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Dinamite, uma decepção

“É uma condição de favorecimento às organizadas para comprarem ingressos a um preço reduzido. São cerca de 500 a mil ingressos, ou seja, um número delimitado. O que nós temos de fazer é dar as mãos às organizadas, mas falar de prejuízo de R$ 50 mil é um bocado de delírio”

José Hamilton Mandarino, vice-presidente de futebol

“O Victor trabalha mesmo na base. Mas a única coisa que peço é honestidade, pois sempre digo que têm pessoas que estão querendo ficar com o seu lugar. Sobre o Leonardo, o meu secretário, ele é o primeiro a chegar e o último a sair. Posso dizer que é quem cumpre a maior carga horária no Vasco”

Roberto Dinamite, presidente do Vasco

 

A entrevista coletiva concedida pela diretoria vascaína, para rebater às acusações do ex-vice presidente de Marketing, foi um desastre.

De maneira vergonhosa, confirmaram o favorecimento a torcedores organizados e pior, o nepotismo.

Falaram como se tudo isso fosse normal e estivessem fazendo um bem para o clube.

Não estão.

O Vasco da Gama se livrou do NEFASTO.

Agora, precisa se livrar de um político profissional.

Que decepção, Roberto Dinamite…

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6 comentários sobre “Dinamite, uma decepção

  1. Daniel S. Martins

    Acho que todos que se interessam por futebol queriam ver a queda de Eurico Miranda da presidência do Vasco da Gama independentemente de quem fosse o seu substituto. Na verdade, nós queriamos ver o Eurico afastado é do futebol e não só do Vasco. E ficamos mais felizes quando a pessoa escolhida para substituir o imbecil foi o Roberto Dinamite, pessoa que, até então, e até mesmo pelo o seu passado no futebol, enchia a todos de uma esperança de que as coisas do futebol começariam a ser geridas por pessoas supostamente de bem, corretas, etc (vide, posteriomente a eleição do Kalil no Galo, do Belluzo no Palmeiras – só o Conrinthians destoa). Todavia, no caso do Roberto Dinamite parece que a aposta saiu pela culatra. Diante das acusações do ex-2º vice presidente do Vasco, tem-se que o Roberto Dinamite conseguiu ser pior que o Eurico Miranda. Digo pior porque o Eurico Miranda, pelo menos, não fingia ser o que não era. Postava-se como um canalha e assumia, sem rubor algum, sua canalhice. É claro que não estou aqui dizendo que o Eurico seja “honesto” ao assumir a sua sordidez. Mas pelo menos não enganava ninguém passando-se por bom moço. Já o Roberto não. Esse, ao ser eleito do Vasoco, assumiu o papel de paladino da honestidade, da transparência, da isenção, enfim, quis enfatizar que era uma pessoa totalmente diferente de seu antecessor, o que, vemos agora, não era e não é. Ter uma pessoa com esse perfil por perto é pior que ter que ter um bandido em sua casa, pois em relação a esse último podemos nos preparar para o pior, enquanto que com relação àquele somos “assassinados” pelas costas, sem duvidar que alguma esteja acontecendo de errado. Por fim, não acho que a política torne o homem ruim (no caso o Dinamite), mas, ao contrário, ou seja, é o “homem ruim” que torna uma atividade tão inerente ao ser-humano (a política) tão repugnante. Espero que a imprensa brasileira, pelo menos os jornalistas sérios, deem ao Roberto Dinamite o mesmo tratamento que deram ao seu antecessor.

  2. valdir teodoro

    Maior vergonha é o apoio que ele teve de todos inclusive o seu, o Kassab está na mesma linha.

  3. Luiz Fernando Barbosa

    O mais triste eh ve-lo assumir o depotismo……………………………………………….. sem mais palavras…. q infelicidade o modus operandi da politica brasileira… pobre brasil com sua copa e sua olimpiada… pobre brasil…

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