Não vote nos Garotinhos
O que dizer de uma mulher que concorre a prefeitura de uma das maiores cidades do país e que entra na justiça para deixar de utilizar sobrenome de seu marido, um desastre na vida pública além de pertencer ao grupo que se utiliza da fé alheia para enriquecer ?
Aconteceu com Rosinha Garotinho.
Lembre-se disso na hora de votar.

Só que o Garotinho não é o sobrenome do cara. Era seu apelido no rádio e ele incorporou ao seu nome, muito depois de casar com a sra. Rosinha, cujo sobrenome é Mateus.
Carlos Almeida, o sobrenome Garotinho foi incorporado, por puro oportunismo, quando a Rosangela – ela tampouco é Rosinha – se candidatou a governadora do estado. Na época, o marido desfrutava do prestígio eleitoral que perdeu, ao virem à tona as falcatruas que cometeu no próprio e no governo da mulher. Inclusive, foi a pedido dela que o sobrenome Garotinho foi aposto ao seu nome na urna eletrônica, em 2004. Agora, ela pretende descolar-se da imagem apodrecida do marido.
Qual é esse grupo, que se utiliza da fé alheia para enriquecer?
Paulinho: Fica difícil se a igreja evangélica pede para que votem.
Eu presenciei aqui em Campos um pastor falando a mais de 500 pessoas (e com certeza disse aos outros 100mil evangélicos da cidade) para votarem na Rosinha. Disse que conversaram com ela e que só queriam em troca um cargo alto na prefeitura para poder ter alguém para decidir “o que é certo e o que é errado”. Não precisa receber salário (pra quê também, já recebem tantas doações do povo), só estar lá e decidir (querem só mandar mesmo). A igreja se infiltrando na política. A “igreja”.
Isso é um fato verídico que eu presenciei com meus próprios olhos, e acho que seria interessante você citar esses absurdos quando falar desse casal inescrupuloso.
Conseguem superar em cretinagem a os Bispos da IURD.
Abraços