Deputado Federal Sandro Mabel, o MENTIROSO
Você não vai acreditar no que vai assistir.
O programa CQC, da BAND, humilha o deputado federal Sandro Mabel.
Com a inteligência de um asno ele é induzido a mentir por um integrante do grupo que se faz passar por assessor de imagem política.
É de rolar de rir.
Sandro Mabel mente descaradamente e sem o menor pudor.
Depois desse programa, se fosse ele, nunca mais apareceria em público.
Um dos maiores vexames que um político passou em todos os tempos.
Confira abaixo, Sandro Mabel, o mentiroso.

Parabéns ao pessoal do CQC. Esse program está se mostrando de uma maneira que eu nunca poderia imaginar. Realmente, as imagens acima mostram o quanto se faz de “importante” na ilha chamada Brasília. Como nossos parlamentares “trabalham”. Caso o video acima fosse mostrado ao
mais simples e humilde brasileiro, poderiam transformar lobos em cordeiros. A cada dia que se passa, eu tenho nojo do congresso nacional.
Isso que é humor de verdade. Mas só de lembrar que isso ai é um representante do povo e que eu pago o salário dele. Ai é triste
noossa
e ele é lá de gyn…
O CQC já tem vários quadros gravados c/ outros políticos q exibirá durante esse semestre conforme disse o Tas! Disse q será um melhor q o outro, ou pior… pior p nós povo brasileiro.
Como político pode ser tão burro, hein?
Um sujeito aparece no gabinete dizendo trabalhar p o assessor d imagem do Obama e o kra cai direitinho… é d chorar… eu ainda sou jovem, mas confesso ñ ter muitas esperanças nesse país, infelizmente!
E como sempre nada acontecerá c/ eles q continuarão tocando suas corruptas vidas normalmente.
Cara, como um deputado pode ser tão BURRO!!!kkkkkkkkkkkkk sensacional!
Alexandre, ele não “trabalha” para o Obama. No quadro, ele engana o político afirmando que usa o “método” do assessor de Obama.
Vinicius, burros somos nós que elegemos estas antas…..
cara, como o eleitor pode ser tão BURRO!!!kkkkkkkkkkkkkkkk
isso sim é sensacional!!
Somos culpados por estes patetas, também !
Comentário
O brasileiro conformado
Henry Louis Mencken, também conhecido como H. L. Mencken, foi um jornalista e crítico social norte-americano que viveu entre 1880 e 1956. Era mordaz, impiedoso e cínico ao observar o que ocorria ao seu redor. Cunhou frases memoráveis e atemporais.
Lembro-me de uma toda vez que sinto asco do comportamento dos políticos em geral – e de alguns deles em particular. A frase de Mencken:
– Quando se ouve um homem falar de seu amor por seu país, podem saber que ele espera ser pago por isto.
Quem mais do que os políticos, principalmente em ano eleitoral, faz juras de amor ao seu país, deplora os maus custumes e promete ser decente?
Somos enganados a cada eleição. Os mais experientes sabem que são. E, no entanto, por ignorância, comodismo, resignação ou até mesmo falta de caráter, a maioria contribui para que assim seja e para que continue sendo.
Afinal, “o inferno são os outros”, decretou um dia o filósofo francês existencialista Jean Paul Sartre.
De que adianta votar bem se os outros votam mal?
De que adianta cobrar retidão dos que me representam se os outros não procedem da mesma formaí?
De que adianta me enfurecer com a falta de vergonha generalizada dos homens públicos se meus semelhantes a toleram – quando não a imitam?
Tenho mais é que sobreviver do que ficar ralhando com tudo ou com qualquer coisa.
Como o voto é obrigatório, escolho um candidato que me pareça razoável e depois dou por encerrada minha participação no processo político.
Limito-me a reclamar no período de tempo entre uma eleição e outra. Falta-me disposição para ir além disso. E paciência.
A degradação da política é um fenômeno universal, estou certo? Por que aqui seria diferente?
Em um país desenvolvido como a Itália, por exemplo, o primeiro-ministro é um notório pilantra.
Bush foi eleito pela primeira vez com base em uma fraude referendada pela Suprema Corte – e, contudo, a democracia norte-americana é apontada como exemplar e do tipo exportação.
Compra de votos? Caixa 2? Mensalão? Políticos que promovem parentes a secretários de Estado para driblar a decisão do Supremo Tribunal Federal que proibiu nepotismo?
É a economia o que me importa. Se ela vai bem, se minha vida melhorou, pouco se me dá se a política submerge na lama. Detesto política.
Vez por outra a Polícia Federal prende alguns meliantes que depois são libertados – alguns deles em um piscar de olhos. Dou-me por satisfeito.
FONTE :G1.
Trata-se de um ordinário sem vergonha.
O CQC virou programa de utilidade publica.
Bobagem. A maioria das entrevistas que a gente assiste na TV é assim mmo q são produzidas. Ou vcs acham que é tudo contínuo e de improviso?
Senhores, lembram-se que o braço curto tb foi deputado federal e dizia aos quatro cantos que lá na camara havia ao menos 200 picaretas, então! Tenham, absoluta certeaza que agora se multiplicaram ou quase triplicaram: mensalões ou seja a compra de parlamentares,por parte do governo do braço curto, a compre de parlamentares por parte do governo no braço curto para vque varios destes nossos “representantes” mudem de partido e outras coisas +, mesmo assim os eleitores votarão no cascateiro que pouco ou nada trampou + milionario ficou juntamente com seus filhos.
Acorda, Brasil.
Esse programa é realmente um marco na TV brasileira!! dá-lhe CQC”!!!!!! Certo momento fiquei até com pena desse Mabel, mas eles não tem pena de nós, pobres brasileiros, fora Cambada de corruptos.
Tudo bem, foi bem bolado o quadro. Realmente, muito engraçado.
Ok, o deputado passou por um vexame.
Primeiramente, não sou ligado a partido algum. Por isso, não venham me dizer que estou defendendo o Mabel.
Lembro-vos que o nobre deputado foi citado no escândalo do Mensalão, além de ter respondido por crime contra a ordem tributária.
Esses, sim, são motivos para que ele nunca mais seja eleito, embora não haja, ainda, sentença transitada em julgado. Apesar da garantia fundamental da presunção de não-culpa, um parlamentar deve sempre agir com boa conduta, para que não se lance qualquer dúvida sobre a sua reputação.
Agora, esse vídeo aí não altera em nada meu conceito sobre ele. Qualquer “pretensa-celebridade” faminta por holofotes, seja ela da seara política, esportiva, artística faria a mesma coisa!
A busca insensata pela notoriedade não é pretensão só do político, não! Há, sim, grande parte das “celebridades-emergentes”, como os “BBB’s’, que não estão nem aí: fazem o que for preciso para aparecerem.
Bom, é a minha opinião.