Advertisements
Blog do Paulinho

Muricy está pagando o pato

O treinador Muricy Ramalho trabalhará em um clima de enorme pressão nas próximas rodadas do Brasileirão.

Todos os dirigentes ligados ao futebol tricolor querem a sua saída.

Sua permanência é bancada por Juvenal Juvêncio.

Dificilmente o presidente tricolor conseguirá manter a sua vontade se os resultados não acontecerem dentro de campo.

É claro que Muricy é um grande treinador e não tem culpa se o São Paulo tem elenco inferior aos das ultimas temporadas.

Mas o futebol e alguns grupos políticos são implacáveis.

Não acredito em vida longa para ele no tricolor.

Facebook Comments
Advertisements

16 comentários sobre “Muricy está pagando o pato

  1. Flávio

    Ele está sendo frito lentamente. É o modo mais covarde de tratar um profissional que tanto fez pelo clube.

  2. Carlos Henrique

    Muricy, assim como Luxemburgo, é ótimo treinador para campeonato de pontos corridos, não é por acaso que venceu os últimos 3 Brasileiros:

    Internacional-2005, São Paulo-2006/2007.

    Vejo que o São Paulo necessita urgentemente de um técnico que se sobressaia em campeonatos de jogos eliminatórios.

    O nome ideal é PAULO AUTUORI

    Abraço

  3. Jorge

    Antes de treinador esse time precisa e de TORCIDA se tivessem lotado e apoiado esse time no primeiro jogo talvez a coisa fosse deferente.
    P.S:Quarta feira a noite tem curso de como lotar e apoiar um time ao inves de chorar ,apareçam por la para aprender.

  4. DONIZETE

    Uma coisa precisa ser dita. O SP ganhou os ultimos dois brasileiros, muito mais pelo que os outros não tinham. Penso que em 2008, a historia é outra. Temos Cruzeiro, Inter, Flu e Palmeiras, que este ano, brigarão em condições de igualdade, pelo titulo brasileiro. Aí é que a porca torce o rabo.

  5. Erasmo

    Jorge…

    Se vc souber ler, procura o público, e principalmente a renda do primeiro jogo e compara com os da super torcida “que ajudou o grande time a cair”. Depois volta aqui falou…..

  6. Ramón

    Não vi o Jorge falar sobre renda. Ele falou sobre PUBLICO e APOIO. Faço minhas as palavras dele.

  7. Zeca

    FORA MURICI ENGANADOR !! Seu lugar eh no maximo dirigindo o Uniao de Araras!

  8. Weslley

    Fica Murici vc é o atual tri campeão brasileiro(2005, 2006 e 2007) seu lugar é no grande SPFC.

  9. Alexandre

    Paulinho
    Quem poderá substituir a altura o Murici? Paulo Autuori? Não acredito, além de ser um técnico caro. No Brasil em atividade só vejo um, Dorival Junior. Amanhã saberemos.

  10. Zeca

    Alexandre…a altura do Murici, segue a lista dos principais;

    Luis Carlos Ferreira, o Ferreirao – Desempregado

    Luis Carlos Martins, o rei do acesso – Noroeste

    Michael Robin, o patrocinado pelo F.I. – em algum clube pequeno

    Givanildo, o fanfarrao – em algum clube do nordeste

    PC Gusmao, o perdedor – Se o SPFC nao consegue Luxa, tenta o “falso-clone”

    Ja ta bom neh?!

  11. Daniel

    JORGE, GENNARO E O MENINO SEM ALMA

    Desde a várzea paulistana, o berço de tudo, Jorge e Gennaro foram criados no preceito mais puro da desportividade: a disputa em nome do manto.

    Jorge, pouco mais velho, veio de família operária. Mas sua turma contava com profissionais de uma gama variada de setores, de carvoeiros, cocheiros de tílburi, alfaiates e barbeiros a advogados e professores.

    Gennaro descende de imigrantes italianos. Camponeses, artesãos, agricultores, gente de poucas posses, todos impelidos a buscar na ‘Merica uma nova vida.

    Vida que só faz sentido com um ideal à frente.

    Jorge e Gennaro nunca foram amigos. Eram, pelo contrário, rivais. Desde a mais tenra idade, sempre houve disputa entre os dois. Rivalidade sadia, pois respeitosa. E necessária, pois verdadeira e incondicional. Poderia mesmo ser chamada de “a maior do mundo”.

    Jorge foi o primeiro a trazer seus amigos operários para o futebol “grande”, aquele que se supunha de “gentlemen”, diferenciação que existia só pela graça de trazer demérito ao adjetivo “várzea” (cheio de alma, por sinal).

    Jorge pleiteou e conquistou o direito de disputar com os “gentlemen”. O povo entrava em campo.

    A abertura de espaço possibilitou à turma de Gennaro, após anos de amadorismo, ser considerada maioria em Piratininga, cidade que falava, não por acaso, com o típico sotaque de uma vila siciliana ou calabresa.

    Não demorou muito para tomarem o lugar dos que antes eram tidos como senhores do esporte bretão nesta Piratininga. Os “gentlemen” viam Gennaro e Jorge superá-los não só dentro de campo, mas também em estrutura.

    Por trás de ambos estava o povo, a razão maior do esporte bretão.

    Senhores feudais em um século que não o deles, os “gentlemen” gostavam de manter o futebol no amadorismo como maneira de esconder as gratificações que tornavam possível aliciar atletas de agremiações adversárias.

    Isso não afetava os times de Jorge e Gennaro. Desde os campos de várzea a norte e a oeste da Vila de Piratininga, prevalecia o amor ao manto. Muitos eram os admiradores, logo alçados à nobre condição de torcedores.

    Foi assim, com a força de seus povos, que sobreviveram os dois moleques da várzea paulistana. Mais até: cresceram, ganharam títulos e logo deixaram para trás os que pensavam ser nobres.

    Eis que surgiu, anos depois, um menino mimado, de linhagem rica, quatrocentona e tradicional, mas com trajetória marcada por separações, brigas e conflitos. Uma família decadente, que sempre tentou esconder seus problemas por trás de uma fachada prepotente.

    Assim, o rapazote não tinha seguidores, senão os que foram abandonados pelos clubes de chá-das-cinco, os mesmos que tinham em mente a derrocada de Jorge e Gennaro. O menino mimado era a última chance de tentarem ser algo.

    A esta altura, no entanto, ambos já haviam transcendido a armadilha imposta pelos artífices do amadorismo e engatinhavam no profissionalismo vigente.

    O menino mimado das elites veio ao mundo sem berço, sem amor e sem alma. De sua gente que virou casaca, herdou os genes oportunistas e nada mais.

    Ainda pequeno, de tudo fez para se estabelecer. Estratégias as mais sórdidas, politicagens baratas e muita arrogância serviam apenas para angariar rejeição, inclusive entre os seus.

    O moleque tentava se firmar em seu caráter capenga às custas de quem fosse. De nada adiantou; criança ainda, foi à falência.

    Sem família ou amigos, foi salvo exatamente por Jorge e Gennaro, que se uniram para ajudar o pobre coitado.

    Triste episódio.

    Mal sabia Gennaro que aquele fedelho, um dia reabilitado, seria o artífice de uma campanha difamatória contra suas origens.

    O objetivo era um só: tomar a casa construída com o suor de Gennaro e do povo que o fazia grande. É irônico que tal atitude tenha partido de alguém desprovido de berço.

    Ter o sangue do sul da Itália, no entanto, nunca foi coisa pouca. Gennaro resistiu e triunfou diante de um pirralho que, derrotado, abandonou o nobre campo de batalha municipal, à época ainda com o nome purificado.

    Tal fato se deu na mesma época em que os comparsas do menino mimado forçaram Jorge a ter como comandante um burocrata golpista, alguém que nem de suas fileiras era. O filhote dos senhores feudais deixava aflorar o seu caráter oportunista.

    Anos se passaram, e o moleque seguiu seu caminho desprezível.

    Até que, ainda jovem e com padrinhos no poder, ganhou uma enorme casa, custeada com o dinheiro de Jorge, Gennaro e de toda a coletividade.

    Manuel, diga-se de passagem, outro boleiro destas paragens, também entrou na lista dos vitimados por politicagens baratas e maracutaias.

    O rapaz sem alma foi ganhar corpo décadas depois. Em posses, nunca em caráter. Suas conquistas eram vazias, pois sem o doce sabor da superação.

    O menino ganhou o mundo, mero instrumento para a lavagem cerebral que visava ganhar apoio de cidadãos desprovidos de alma e de qualquer senso de julgamento moral.

    Dele se aproximaram as figuras mais desprezíveis.

    Aproximação não por amor, mas por interesse.

    Não aquele financeiro, típico das nossas oligarquias mais putrefatas, mas por status. Pela enganosa possibilidade de desfrutar do que a vida oferece de mais prazeroso. Sem esforço, é óbvio.

    É uma grande moleza, não?

    Os seguidores do menino mimado agem como ele. Pensam que o dinheiro pode comprar tudo e vêem a ética como um atributo pouco relevante, quase indesejável.

    Não é à toa. Ao longo de toda a história, acostumaram-se a ver todo tipo de favorecimento vindo dos canalhas de amarelo, de toga e de ternos bem cortados.

    Tampouco conhecem a própria história. Mais fácil (sempre a mesma lógica!) acreditar nas invencionices tacanhas de quem empunha um microfone ou uma caneta sem dignidade para tanto.

    Afinal, trata-se do filhinho daqueles que tomavam o chá-das-cinco no começo do século, pensando em como afastar o povo do esporte que começava a ganhar força no imaginário popular.

    Os que seguem hoje o garotinho mimado o fazem por esta necessidade de ter status, de esnobar, de mostrar o que têm e o que não têm.

    Como se preza a todo novo rico, é bom cultivar esta imagem.

    “Ter é mais importante que ser”. É como pensam os oportunistas. É como cresceu o menininho mimado, sempre cercado de bajuladores e de pessoas que se adulam nas posses e em nada mais.

    Ao ver que Jorge e Gennaro tinham o que ele não tinha, tratou de correr atrás. E o fez não como os guerreiros da várzea paulistana, mas como se preza a alguém sem história para contar.

    Como é vazio o menino mimado, tudo é adorno. Que atrai nada mais senão a soberba medrosa da necessidade de reafirmação. São badulaques que se penduraram no vazio. Um prato cheio para oportunistas.

    E os oportunistas se enfeitam, mas só enquanto for moda.

    Porque na vida há coisas que superam, e muito, a imagem.

    Os dois pioneiros do esporte bretão já viveram o ocaso, assim como as maiores glórias. Fácil nunca foi. Ficou a lição: as maiores vitórias são aquelas que acontecem após a tempestade.

    Cair, levantar e dar a volta por cima: eis a virtude dos guerreiros.

    Jorge, por exemplo, passou anos e anos sem ganhar nada. Quase na miséria, os amigos só faziam crescer, mais e mais. Tanto cresceram que protagonizaram o momento maior de sua vida. O significado disso que viveu revigorou sua alma.

    Uma nação que cresce na adversidade tem muito a contar, pois viveu intensamente. O povo confortou Jorge ao longo de décadas de sofrimento com o mesmo amor de uma mãe.

    Assim foi também com Gennaro, que, no momento mais complicado de sua caminhada, teve por perto todos os seus. Foi ao fundo do poço para então retornar nos braços de quem, por amor, o amparou.

    Para Jorge e Gennaro, sofrer faz parte das maiores conquistas.

    E o povo estará sempre por perto, seja qual for a situação.

    Ao moleque mimado, sabe-se lá o que aconteceria se chegasse ao fundo do poço.

    Dirão os oportunistas de plantão, com a empáfia que lhes é peculiar:

    “Jamais cairemos do nosso pedestal”.

    Só o tempo pode dizer.

    O que se pode ter desde agora é a certeza de que de nada vale ser sustentado por quem está ao seu lado por interesse.

    Interesse de ostentar o produto que é o mais vendido no momento, aquele que é o mais badalado, a modinha que está pegando.

    Quem vai atrás da turminha só o faz para evitar que o ponto fraco do caráter seja desmascarado por qualquer “tirador de sarro” por aí.

    Fácil é se proclamar vencedor sem enfrentar as dificuldades.

    Fácil é se afastar na hora das batalhas para só aparecer na hora da festa, proclamando algo que nunca foi e nunca será.

    Vencer é para poucos; é para quem luta.

    Especialmente na adversidade.

    Não dá para esperar isso dos acompanhantes do menino mimado, que somem ao primeiro revés.

    Quem se declara vencedor depois de estar longe por toda a batalha é, na verdade, um fraco.

    Bajular na hora da conquista é fácil; e não exige alma. A hipocrisia está em moda, infelizmente.

    Só quem luta e está presente na vitória e na derrota sabe mensurar o que é uma conquista e o que é mera propaganda.

    Só a alma detém a verdade.

    Ser parte de uma geração vitrine, que vive de ostentar aquilo que veio sem suor, é cômodo.

    Tão cômodo quanto vazio.

    E está impregnado à genética oportunista dos que não têm alma.

    Amar é sofrer.

    Amar é se doar.

    Amar é se dedicar, mais ainda nos momentos difíceis.

    Jorge e Gennaro sempre souberam disso.

    Assim foram criados.

    Esta é a lição que passaram para suas torcidas…

    ———

    Co-autoria de Rodrigo Barneschi (palmeirense) e Filipe Gonçalves (corintiano).

    Extraído do site http://forzapalestra.blogspot.com/2007/11/jorge-gennaro-e-o-menino-sem-alma.html

  12. Weslley

    O SPFC consegui o luxa, o luxa é que não consegui o SPFC, ou ja esqueceram da entrevista dele dizendo que um dos sonhos da vida dele era dirigir o SPFC?

  13. Paulo Henrique

    Coitado do Muricy não teve culpa alguma na desclassificação do São Paulo na Libertadores , pois não derão a ele um Meio Campo Criativo que ele tanto pediu no começo do ano , pensarão que iria aparecer um novo Breno da vida na categoria de base , coisa que não aconteceu…

    A Diretoria que todos falam que é a mais profissional do Brasil , demorou pra contratar e vendeu jogares sem precisão como o Souza e Leandro.

  14. geraldo lina

    o sr daniel o dom quixote, o utopico, que nao tem um mundial, se incomoda demais com as coisas do SAO PAULO… e pelas reacoes, acho que o acido que ele tomou matou o ultimo neuronio que ele tinha ( huahauahuahauhauah ) o que eu nao entendo e o seguinte, se o time italiano do dom quixote e tao superior pq se preocupa tanto com o TRI-MUNDIAL ??? vai preparar o molho do teu macarrao lunatico !!!

  15. TRI-MUNDIAL

    voçes burricetes não vale nada ,ja foi comprovado que esse lixo do burricy não tem qualificação para treinar o são apulo,a culpa é dos jogadores?é do presidente? quem comanda? ,quem escala?vale lembrar que o são paulo tem o elenco grande tem jogadores de todas as posições.esse burricy é o maior farsante que passou pelo são paulo,não sabe nada de esquema tatico ,queima jogador,não sabe disputar mata-mata,voçes são burros porque o burricy enganou a todos com a imagem de trabalhador,honesto,e que sabe de futebol,infelizmente é triste saber que tenha esse tipo de torcedor modinha embalista no nosso país.

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Open chat
Olá, seja bem vindo ao Blog do Paulinho ! Deixe aqui suas dúvidas, sugestões e denúncias. Todas as mensagens serão lidas
%d blogueiros gostam disto: