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Hexacampeonato carioca ?

Parece que o São Paulo ainda está um pouco sem rumo após a eliminação na Taça Libertadores da América para o Fluminense.

Leia abaixo o que está escrito no Site Oficial do clube.

http://www.saopaulofc.net/spfc/noticias2NOVO2.asp?PLC_map_001_c=02.01&PLC_cng_ukey=39590004108EP491YX

 

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22 comentários sobre “Hexacampeonato carioca ?

  1. Uilliam

    Paulinho fui ver o site e vi outra manchete “entrega” os pontos que eles ficaram atordoados..

    “Muricy promete “gás” para nova virada

    Bicampeonato Brasileiro veio através de recuperação após perdas da Libertadores”

    Ou seja, resolvida a historia do gas no Palestra !!!

  2. valdir teodoro

    Ué não falaram que eram o Boca do Brasil, merecida a vitória do Fluminense jogo se ganha em campo não em jornais e televisões como muitos pensavam, e da-lhe Fogão.

  3. Leao

    Enquanto isto em Sampa, lá vai o Corintiano cantarolando: “O Rio de Janeiro continua lindö…”

  4. jose silva

    ué, o site está certo, o SP quer ser campeão do mais importante campeonato do brasil, o campeonato que interessa, o carioca, o resto é torneio de verão

  5. Ricardo

    Ah, se fosse no site do Corinthians…

    Era capa de todos os jornais amanhã

  6. Marcelo Firmiano

    Esse é o tal planejamento campeão do melhor time do mundo?KKK que pateticos.

  7. silvio damenti

    Ué,acho que o planejamento era para perder.
    A prepotencia virou tontura,quero que fique toda a equipe e diretoria,planejamento é isto ai,perde e não muda nada.
    Dizem que o Marco Aurélio Dunha está dodói,de cama junto com o Rick.
    O Murici disse no vestiário que ia amassar o Fluminense,dimunuiu o time deles e deu no que deu.

  8. Leao

    Parece declaração do partido comunista na antiga U.R.S.S. De duas uma, quem postou a declaração é doido varrido ou é torcedor de outro clube e está de sacanagem. O silêncio seria o melhor dos comunicados. Seria mais emblemático colocar uma foto do estádio do Morumbi com uma singela placa de “Aluga-se”.

  9. Daniel

    JORGE, GENNARO E O MENINO SEM ALMA

    Desde a várzea paulistana, o berço de tudo, Jorge e Gennaro foram criados no preceito mais puro da desportividade: a disputa em nome do manto.

    Jorge, pouco mais velho, veio de família operária. Mas sua turma contava com profissionais de uma gama variada de setores, de carvoeiros, cocheiros de tílburi, alfaiates e barbeiros a advogados e professores.

    Gennaro descende de imigrantes italianos. Camponeses, artesãos, agricultores, gente de poucas posses, todos impelidos a buscar na ‘Merica uma nova vida.

    Vida que só faz sentido com um ideal à frente.

    Jorge e Gennaro nunca foram amigos. Eram, pelo contrário, rivais. Desde a mais tenra idade, sempre houve disputa entre os dois. Rivalidade sadia, pois respeitosa. E necessária, pois verdadeira e incondicional. Poderia mesmo ser chamada de “a maior do mundo”.

    Jorge foi o primeiro a trazer seus amigos operários para o futebol “grande”, aquele que se supunha de “gentlemen”, diferenciação que existia só pela graça de trazer demérito ao adjetivo “várzea” (cheio de alma, por sinal).

    Jorge pleiteou e conquistou o direito de disputar com os “gentlemen”. O povo entrava em campo.

    A abertura de espaço possibilitou à turma de Gennaro, após anos de amadorismo, ser considerada maioria em Piratininga, cidade que falava, não por acaso, com o típico sotaque de uma vila siciliana ou calabresa.

    Não demorou muito para tomarem o lugar dos que antes eram tidos como senhores do esporte bretão nesta Piratininga. Os “gentlemen” viam Gennaro e Jorge superá-los não só dentro de campo, mas também em estrutura.

    Por trás de ambos estava o povo, a razão maior do esporte bretão.

    Senhores feudais em um século que não o deles, os “gentlemen” gostavam de manter o futebol no amadorismo como maneira de esconder as gratificações que tornavam possível aliciar atletas de agremiações adversárias.

    Isso não afetava os times de Jorge e Gennaro. Desde os campos de várzea a norte e a oeste da Vila de Piratininga, prevalecia o amor ao manto. Muitos eram os admiradores, logo alçados à nobre condição de torcedores.

    Foi assim, com a força de seus povos, que sobreviveram os dois moleques da várzea paulistana. Mais até: cresceram, ganharam títulos e logo deixaram para trás os que pensavam ser nobres.

    Eis que surgiu, anos depois, um menino mimado, de linhagem rica, quatrocentona e tradicional, mas com trajetória marcada por separações, brigas e conflitos. Uma família decadente, que sempre tentou esconder seus problemas por trás de uma fachada prepotente.

    Assim, o rapazote não tinha seguidores, senão os que foram abandonados pelos clubes de chá-das-cinco, os mesmos que tinham em mente a derrocada de Jorge e Gennaro. O menino mimado era a última chance de tentarem ser algo.

    A esta altura, no entanto, ambos já haviam transcendido a armadilha imposta pelos artífices do amadorismo e engatinhavam no profissionalismo vigente.

    O menino mimado das elites veio ao mundo sem berço, sem amor e sem alma. De sua gente que virou casaca, herdou os genes oportunistas e nada mais.

    Ainda pequeno, de tudo fez para se estabelecer. Estratégias as mais sórdidas, politicagens baratas e muita arrogância serviam apenas para angariar rejeição, inclusive entre os seus.

    O moleque tentava se firmar em seu caráter capenga às custas de quem fosse. De nada adiantou; criança ainda, foi à falência.

    Sem família ou amigos, foi salvo exatamente por Jorge e Gennaro, que se uniram para ajudar o pobre coitado.

    Triste episódio.

    Mal sabia Gennaro que aquele fedelho, um dia reabilitado, seria o artífice de uma campanha difamatória contra suas origens.

    O objetivo era um só: tomar a casa construída com o suor de Gennaro e do povo que o fazia grande. É irônico que tal atitude tenha partido de alguém desprovido de berço.

    Ter o sangue do sul da Itália, no entanto, nunca foi coisa pouca. Gennaro resistiu e triunfou diante de um pirralho que, derrotado, abandonou o nobre campo de batalha municipal, à época ainda com o nome purificado.

    Tal fato se deu na mesma época em que os comparsas do menino mimado forçaram Jorge a ter como comandante um burocrata golpista, alguém que nem de suas fileiras era. O filhote dos senhores feudais deixava aflorar o seu caráter oportunista.

    Anos se passaram, e o moleque seguiu seu caminho desprezível.

    Até que, ainda jovem e com padrinhos no poder, ganhou uma enorme casa, custeada com o dinheiro de Jorge, Gennaro e de toda a coletividade.

    Manuel, diga-se de passagem, outro boleiro destas paragens, também entrou na lista dos vitimados por politicagens baratas e maracutaias.

    O rapaz sem alma foi ganhar corpo décadas depois. Em posses, nunca em caráter. Suas conquistas eram vazias, pois sem o doce sabor da superação.

    O menino ganhou o mundo, mero instrumento para a lavagem cerebral que visava ganhar apoio de cidadãos desprovidos de alma e de qualquer senso de julgamento moral.

    Dele se aproximaram as figuras mais desprezíveis.

    Aproximação não por amor, mas por interesse.

    Não aquele financeiro, típico das nossas oligarquias mais putrefatas, mas por status. Pela enganosa possibilidade de desfrutar do que a vida oferece de mais prazeroso. Sem esforço, é óbvio.

    É uma grande moleza, não?

    Os seguidores do menino mimado agem como ele. Pensam que o dinheiro pode comprar tudo e vêem a ética como um atributo pouco relevante, quase indesejável.

    Não é à toa. Ao longo de toda a história, acostumaram-se a ver todo tipo de favorecimento vindo dos canalhas de amarelo, de toga e de ternos bem cortados.

    Tampouco conhecem a própria história. Mais fácil (sempre a mesma lógica!) acreditar nas invencionices tacanhas de quem empunha um microfone ou uma caneta sem dignidade para tanto.

    Afinal, trata-se do filhinho daqueles que tomavam o chá-das-cinco no começo do século, pensando em como afastar o povo do esporte que começava a ganhar força no imaginário popular.

    Os que seguem hoje o garotinho mimado o fazem por esta necessidade de ter status, de esnobar, de mostrar o que têm e o que não têm.

    Como se preza a todo novo rico, é bom cultivar esta imagem.

    “Ter é mais importante que ser”. É como pensam os oportunistas. É como cresceu o menininho mimado, sempre cercado de bajuladores e de pessoas que se adulam nas posses e em nada mais.

    Ao ver que Jorge e Gennaro tinham o que ele não tinha, tratou de correr atrás. E o fez não como os guerreiros da várzea paulistana, mas como se preza a alguém sem história para contar.

    Como é vazio o menino mimado, tudo é adorno. Que atrai nada mais senão a soberba medrosa da necessidade de reafirmação. São badulaques que se penduraram no vazio. Um prato cheio para oportunistas.

    E os oportunistas se enfeitam, mas só enquanto for moda.

    Porque na vida há coisas que superam, e muito, a imagem.

    Os dois pioneiros do esporte bretão já viveram o ocaso, assim como as maiores glórias. Fácil nunca foi. Ficou a lição: as maiores vitórias são aquelas que acontecem após a tempestade.

    Cair, levantar e dar a volta por cima: eis a virtude dos guerreiros.

    Jorge, por exemplo, passou anos e anos sem ganhar nada. Quase na miséria, os amigos só faziam crescer, mais e mais. Tanto cresceram que protagonizaram o momento maior de sua vida. O significado disso que viveu revigorou sua alma.

    Uma nação que cresce na adversidade tem muito a contar, pois viveu intensamente. O povo confortou Jorge ao longo de décadas de sofrimento com o mesmo amor de uma mãe.

    Assim foi também com Gennaro, que, no momento mais complicado de sua caminhada, teve por perto todos os seus. Foi ao fundo do poço para então retornar nos braços de quem, por amor, o amparou.

    Para Jorge e Gennaro, sofrer faz parte das maiores conquistas.

    E o povo estará sempre por perto, seja qual for a situação.

    Ao moleque mimado, sabe-se lá o que aconteceria se chegasse ao fundo do poço.

    Dirão os oportunistas de plantão, com a empáfia que lhes é peculiar:

    “Jamais cairemos do nosso pedestal”.

    Só o tempo pode dizer.

    O que se pode ter desde agora é a certeza de que de nada vale ser sustentado por quem está ao seu lado por interesse.

    Interesse de ostentar o produto que é o mais vendido no momento, aquele que é o mais badalado, a modinha que está pegando.

    Quem vai atrás da turminha só o faz para evitar que o ponto fraco do caráter seja desmascarado por qualquer “tirador de sarro” por aí.

    Fácil é se proclamar vencedor sem enfrentar as dificuldades.

    Fácil é se afastar na hora das batalhas para só aparecer na hora da festa, proclamando algo que nunca foi e nunca será.

    Vencer é para poucos; é para quem luta.

    Especialmente na adversidade.

    Não dá para esperar isso dos acompanhantes do menino mimado, que somem ao primeiro revés.

    Quem se declara vencedor depois de estar longe por toda a batalha é, na verdade, um fraco.

    Bajular na hora da conquista é fácil; e não exige alma. A hipocrisia está em moda, infelizmente.

    Só quem luta e está presente na vitória e na derrota sabe mensurar o que é uma conquista e o que é mera propaganda.

    Só a alma detém a verdade.

    Ser parte de uma geração vitrine, que vive de ostentar aquilo que veio sem suor, é cômodo.

    Tão cômodo quanto vazio.

    E está impregnado à genética oportunista dos que não têm alma.

    Amar é sofrer.

    Amar é se doar.

    Amar é se dedicar, mais ainda nos momentos difíceis.

    Jorge e Gennaro sempre souberam disso.

    Assim foram criados.

    Esta é a lição que passaram para suas torcidas…

    ———

    Co-autoria de Rodrigo Barneschi (palmeirense) e Filipe Gonçalves (corintiano).

    Extraído do site http://forzapalestra.blogspot.com/2007/11/jorge-gennaro-e-o-menino-sem-alma.html

    SAUDAÇÕES PALESTRINAS!
    CAMPEÃO DO SÉCULO, ACADEMIA, AQUI É PALMEIRAS!

  10. Daniel

    JORGE, GENNARO E O MENINO SEM ALMA

    Desde a várzea paulistana, o berço de tudo, Jorge e Gennaro foram criados no preceito mais puro da desportividade: a disputa em nome do manto.

    Jorge, pouco mais velho, veio de família operária. Mas sua turma contava com profissionais de uma gama variada de setores, de carvoeiros, cocheiros de tílburi, alfaiates e barbeiros a advogados e professores.

    Gennaro descende de imigrantes italianos. Camponeses, artesãos, agricultores, gente de poucas posses, todos impelidos a buscar na ‘Merica uma nova vida.

    Vida que só faz sentido com um ideal à frente.

    Jorge e Gennaro nunca foram amigos. Eram, pelo contrário, rivais. Desde a mais tenra idade, sempre houve disputa entre os dois. Rivalidade sadia, pois respeitosa. E necessária, pois verdadeira e incondicional. Poderia mesmo ser chamada de “a maior do mundo”.

    Jorge foi o primeiro a trazer seus amigos operários para o futebol “grande”, aquele que se supunha de “gentlemen”, diferenciação que existia só pela graça de trazer demérito ao adjetivo “várzea” (cheio de alma, por sinal).

    Jorge pleiteou e conquistou o direito de disputar com os “gentlemen”. O povo entrava em campo.

    A abertura de espaço possibilitou à turma de Gennaro, após anos de amadorismo, ser considerada maioria em Piratininga, cidade que falava, não por acaso, com o típico sotaque de uma vila siciliana ou calabresa.

    Não demorou muito para tomarem o lugar dos que antes eram tidos como senhores do esporte bretão nesta Piratininga. Os “gentlemen” viam Gennaro e Jorge superá-los não só dentro de campo, mas também em estrutura.

    Por trás de ambos estava o povo, a razão maior do esporte bretão.

    Senhores feudais em um século que não o deles, os “gentlemen” gostavam de manter o futebol no amadorismo como maneira de esconder as gratificações que tornavam possível aliciar atletas de agremiações adversárias.

    Isso não afetava os times de Jorge e Gennaro. Desde os campos de várzea a norte e a oeste da Vila de Piratininga, prevalecia o amor ao manto. Muitos eram os admiradores, logo alçados à nobre condição de torcedores.

    Foi assim, com a força de seus povos, que sobreviveram os dois moleques da várzea paulistana. Mais até: cresceram, ganharam títulos e logo deixaram para trás os que pensavam ser nobres.

    Eis que surgiu, anos depois, um menino mimado, de linhagem rica, quatrocentona e tradicional, mas com trajetória marcada por separações, brigas e conflitos. Uma família decadente, que sempre tentou esconder seus problemas por trás de uma fachada prepotente.

    Assim, o rapazote não tinha seguidores, senão os que foram abandonados pelos clubes de chá-das-cinco, os mesmos que tinham em mente a derrocada de Jorge e Gennaro. O menino mimado era a última chance de tentarem ser algo.

    A esta altura, no entanto, ambos já haviam transcendido a armadilha imposta pelos artífices do amadorismo e engatinhavam no profissionalismo vigente.

    O menino mimado das elites veio ao mundo sem berço, sem amor e sem alma. De sua gente que virou casaca, herdou os genes oportunistas e nada mais.

    Ainda pequeno, de tudo fez para se estabelecer. Estratégias as mais sórdidas, politicagens baratas e muita arrogância serviam apenas para angariar rejeição, inclusive entre os seus.

    O moleque tentava se firmar em seu caráter capenga às custas de quem fosse. De nada adiantou; criança ainda, foi à falência.

    Sem família ou amigos, foi salvo exatamente por Jorge e Gennaro, que se uniram para ajudar o pobre coitado.

    Triste episódio.

    Mal sabia Gennaro que aquele fedelho, um dia reabilitado, seria o artífice de uma campanha difamatória contra suas origens.

    O objetivo era um só: tomar a casa construída com o suor de Gennaro e do povo que o fazia grande. É irônico que tal atitude tenha partido de alguém desprovido de berço.

    Ter o sangue do sul da Itália, no entanto, nunca foi coisa pouca. Gennaro resistiu e triunfou diante de um pirralho que, derrotado, abandonou o nobre campo de batalha municipal, à época ainda com o nome purificado.

    Tal fato se deu na mesma época em que os comparsas do menino mimado forçaram Jorge a ter como comandante um burocrata golpista, alguém que nem de suas fileiras era. O filhote dos senhores feudais deixava aflorar o seu caráter oportunista.

    Anos se passaram, e o moleque seguiu seu caminho desprezível.

    Até que, ainda jovem e com padrinhos no poder, ganhou uma enorme casa, custeada com o dinheiro de Jorge, Gennaro e de toda a coletividade.

    Manuel, diga-se de passagem, outro boleiro destas paragens, também entrou na lista dos vitimados por politicagens baratas e maracutaias.

    O rapaz sem alma foi ganhar corpo décadas depois. Em posses, nunca em caráter. Suas conquistas eram vazias, pois sem o doce sabor da superação.

    O menino ganhou o mundo, mero instrumento para a lavagem cerebral que visava ganhar apoio de cidadãos desprovidos de alma e de qualquer senso de julgamento moral.

    Dele se aproximaram as figuras mais desprezíveis.

    Aproximação não por amor, mas por interesse.

    Não aquele financeiro, típico das nossas oligarquias mais putrefatas, mas por status. Pela enganosa possibilidade de desfrutar do que a vida oferece de mais prazeroso. Sem esforço, é óbvio.

    É uma grande moleza, não?

    Os seguidores do menino mimado agem como ele. Pensam que o dinheiro pode comprar tudo e vêem a ética como um atributo pouco relevante, quase indesejável.

    Não é à toa. Ao longo de toda a história, acostumaram-se a ver todo tipo de favorecimento vindo dos canalhas de amarelo, de toga e de ternos bem cortados.

    Tampouco conhecem a própria história. Mais fácil (sempre a mesma lógica!) acreditar nas invencionices tacanhas de quem empunha um microfone ou uma caneta sem dignidade para tanto.

    Afinal, trata-se do filhinho daqueles que tomavam o chá-das-cinco no começo do século, pensando em como afastar o povo do esporte que começava a ganhar força no imaginário popular.

    Os que seguem hoje o garotinho mimado o fazem por esta necessidade de ter status, de esnobar, de mostrar o que têm e o que não têm.

    Como se preza a todo novo rico, é bom cultivar esta imagem.

    “Ter é mais importante que ser”. É como pensam os oportunistas. É como cresceu o menininho mimado, sempre cercado de bajuladores e de pessoas que se adulam nas posses e em nada mais.

    Ao ver que Jorge e Gennaro tinham o que ele não tinha, tratou de correr atrás. E o fez não como os guerreiros da várzea paulistana, mas como se preza a alguém sem história para contar.

    Como é vazio o menino mimado, tudo é adorno. Que atrai nada mais senão a soberba medrosa da necessidade de reafirmação. São badulaques que se penduraram no vazio. Um prato cheio para oportunistas.

    E os oportunistas se enfeitam, mas só enquanto for moda.

    Porque na vida há coisas que superam, e muito, a imagem.

    Os dois pioneiros do esporte bretão já viveram o ocaso, assim como as maiores glórias. Fácil nunca foi. Ficou a lição: as maiores vitórias são aquelas que acontecem após a tempestade.

    Cair, levantar e dar a volta por cima: eis a virtude dos guerreiros.

    Jorge, por exemplo, passou anos e anos sem ganhar nada. Quase na miséria, os amigos só faziam crescer, mais e mais. Tanto cresceram que protagonizaram o momento maior de sua vida. O significado disso que viveu revigorou sua alma.

    Uma nação que cresce na adversidade tem muito a contar, pois viveu intensamente. O povo confortou Jorge ao longo de décadas de sofrimento com o mesmo amor de uma mãe.

    Assim foi também com Gennaro, que, no momento mais complicado de sua caminhada, teve por perto todos os seus. Foi ao fundo do poço para então retornar nos braços de quem, por amor, o amparou.

    Para Jorge e Gennaro, sofrer faz parte das maiores conquistas.

    E o povo estará sempre por perto, seja qual for a situação.

    Ao moleque mimado, sabe-se lá o que aconteceria se chegasse ao fundo do poço.

    Dirão os oportunistas de plantão, com a empáfia que lhes é peculiar:

    “Jamais cairemos do nosso pedestal”.

    Só o tempo pode dizer.

    O que se pode ter desde agora é a certeza de que de nada vale ser sustentado por quem está ao seu lado por interesse.

    Interesse de ostentar o produto que é o mais vendido no momento, aquele que é o mais badalado, a modinha que está pegando.

    Quem vai atrás da turminha só o faz para evitar que o ponto fraco do caráter seja desmascarado por qualquer “tirador de sarro” por aí.

    Fácil é se proclamar vencedor sem enfrentar as dificuldades.

    Fácil é se afastar na hora das batalhas para só aparecer na hora da festa, proclamando algo que nunca foi e nunca será.

    Vencer é para poucos; é para quem luta.

    Especialmente na adversidade.

    Não dá para esperar isso dos acompanhantes do menino mimado, que somem ao primeiro revés.

    Quem se declara vencedor depois de estar longe por toda a batalha é, na verdade, um fraco.

    Bajular na hora da conquista é fácil; e não exige alma. A hipocrisia está em moda, infelizmente.

    Só quem luta e está presente na vitória e na derrota sabe mensurar o que é uma conquista e o que é mera propaganda.

    Só a alma detém a verdade.

    Ser parte de uma geração vitrine, que vive de ostentar aquilo que veio sem suor, é cômodo.

    Tão cômodo quanto vazio.

    E está impregnado à genética oportunista dos que não têm alma.

    Amar é sofrer.

    Amar é se doar.

    Amar é se dedicar, mais ainda nos momentos difíceis.

    Jorge e Gennaro sempre souberam disso.

    Assim foram criados.

    Esta é a lição que passaram para suas torcidas…

    ———

    Co-autoria de Rodrigo Barneschi (palmeirense) e Filipe Gonçalves (corintiano).

    Extraído do site http://forzapalestra.blogspot.com/2007/11/jorge-gennaro-e-o-menino-sem-alma.html

  11. Rogerio

    Passei neste post prá ver se o “imparcial” Denilson Martins iria se manifestar sobre a pancadaria e anti-jogo que seu time promoveu no Maracanã, e se deu mal. Bem feito.

  12. alessandro

    Acho que o estágiário que fez essa lambança no site do São Paulo acho que ja deve ter sido mandado embora..
    Mas ser eliminado da Libertadores é muito complicado, principalmente para o São Paulo que é o clube Brasileiro com mais titulos desse campeonato. Ei sei que é dificil de se entender, principalmente os torcedores que nem sabem o que é sequer uma semifinal de LIbertadores, ou nem mesmo se conseguiram se classificar jogando em casa contra o Atletico mineiro… Mas fazer o que né? Quem comemora paulistinha comprado como se fosse mundial de clubes é assim mesmo, pensa pequeno…

  13. Daniel

    alessandro, mais um tricolorzinho que não conhece de futebol… Paulistinha comprado? Qual foi o melhor time? Quem marcou com gol de mão e com falta do cachaça no Pierre?

    O são paulinho só conseguiu ganhar um título nacional em 77, e roubado contra o Galo; em 86, bi roubado contra o Guarani (vem daí que não se pode dar pênaltis contra o são paulinho); no ano passado, meteram a mão no Verdão no Palestra (gol anulado do Max), Inter (dois penais escandalosos no Beira-Rio), Goiás, Paraná etc… E jogando na DEFESA… ASSIM COMO METERAM A MÃO NO VERDÃO NA LIBERTADORES DE 2005 E TIVERAM QUE SE RETRANCAR CONTRA O MEDÍOCRE LIVERPOOL E ANULAR GOL LEGAL…

    Já o Palmeiras, que ganhou vários títulos nacionais nos anos 60 (Taça Brasil, Robertão (brasileiro)), esteve em duas finais de Libertadores JÁ NOS ANOS 60 – perdeu em 68 roubado pro Estudiantes;

    é o Campeão do Século XX por todos os rankings;

    A ACADEMIA;

    o primeiro campeão mundial (GAZETA ESPORTIVA, 23/7/51: “PALMEIRAS, CAMPEÃO DO MUNDO!”);

    O ÚNICO CLUBE QUE VESTIU A CAMISA DA SELEÇÃO BRASILEIRA (A ACADEMIA EM 1965, BRASIL 3 X 0 URUGUAI);

    o clube com o maior número de craques ao longo da história do futebol… Citarei apenas alguns: Oberdan Catani – o maior goleiro de um clube que já teve Valdir de Moraes, Leão, Velloso, Fernandez, Marcos – Djalma Santos, Djalma Dias, Waldemar Fiume, Romeu Pelicciari, Dudu, Zequinha, Julinho, o maior ponta-direita do mundo de todos os tempos, QUE CALOU UM MARACANÃ INTEIRO EM 50, EM UM BRASIL X INGLATERRA, TRANSFORMANDO AS VAIAS EM APLAUSOS, Vavá, Mazzola, Jair Rosa Pinto, Chinesinho, Servílio, Tupãzinho, César Maluco, Leivinha etc etc… Entre tantos, ainda um Divino… deixei de fora os grandes jogadores do bicampeonato paulista e brasileiro de 93/94, o supertime do paulista de 96 e outros… só mencionei alguns acima… enquanto isso, o sumpaulinho acha que raí jogava bola e que rogério é o maior goleiro de todos os tempos…

    Vá pesquisar…

    SAUDAÇÕES PALESTRINAS!
    CAMPEÃO DO SÉCULO, ACADEMIA, AQUI É PALMEIRAS!

  14. alessandro

    Daniel,

    Tá bom, todos os titulos do São Paulo foram roubados… ainda tem gente que fala que os sãopaulinos que são chorões..
    Comemore bastante o paulistinha, pois o próximo só daqui a 12 anos.. =)

  15. Fernando

    hehehe, os caras ficaram muito desnorteados..

    devem estar sem rumo até hoje.

  16. Kelly

    …e ninguém cala, esse chororo, chora o dirigente, chora o goleiro, chora o torcedor…

  17. Zeca

    oooo alessandro….troca o nome…chora um pokinho como “denilson lourenco” agora…

  18. Daniel

    alessandro, vc é burro? não falei que todos os seus foram roubados, mas os que apontei comprovadamente foram…

    SAUDAÇÕES PALESTRINAS!
    CAMPEÃO DO SÉCULO, ACADEMIA, AQUI É PALMEIRAS!

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