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O drama de Casagrande e a imprensa marrom

Do Observatório da Imprensa

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=479JDB004

Por Luiz Antonio Magalhães em 1/4/2008

Cocaína, heroína, um acidente automobilístico, uma celebridade polêmica há tempos desaparecida, um evasivo depoimento do médico que acompanha o paciente e a “bomba”, conhecida por dez entre dez jornalistas dos cadernos de Esportes do país: Walter Casagrande Jr., o Casão, ex-goleador e comentarista da TV Globo, está sob tratamento para tentar se recuperar de uma dependência química que teria se agravado nos últimos anos. É o que está na revista Placar que chegou às bancas na quinta-feira (27/03). A julgar pelo que foi adiantado no site da publicação, trata-se de puro jornalismo marrom.

Claro que Placar vai vender muito, quem sabe até quebrar o recorde de vendagem, para satisfação do departamento comercial. Porém, a edição desta semana da revista que já foi a mais importante publicação esportiva do país – e que hoje circula minguada, com periodicidade mensal – poderá significar um marco histórico. Até aqui, nem todas as publicações da Editora Abril adotavam a linha editorial e o padrão de jornalismo-cafajeste da revista Veja, o carro-chefe da editora.

O número 1318 de Placar, no entanto, parece configurar uma tentativa da direção da Abril de resgatar a importância que a revista já teve no passado, só que agora utilizando o mesmo, digamos assim, “padrão de qualidade” adotado na Veja. Ou seja, Placar pode estar começando a passar por uma fase de “bronzeamento” para recuperar a relevância entre as publicações esportivas não pelo aumento de sua credibilidade jornalística, mas pela capacidade de fazer barulho, ter matérias repercutindo nas cada vez mais lamentáveis mesas-redondas da televisão e, sobretudo, vender bastante nas bancas.

Interesse do público vs. interesse público

No caso dos problemas de Casagrande com as drogas, não é difícil entender por que Placar se enlameou ao decidir contar a história do ex-craque. O jornalista Juca Kfouri, que chefiou a revista quando ela não precisava de apelação para vender, resumiu a questão da publicação da matéria: o drama do ex-jogador “é de interesse do público, mas não de interesse público”.

Pode parecer complicado, mas não é: há muita coisa por aí que os jornalistas ficam sabendo e que o público também adoraria saber, mas que dizem respeito unicamente à vida privada das pessoas. E ainda que estas sejam figuras públicas, devem ser preservadas, salvo nos casos em que se tornem matérias também de interesse público.

O recente episódio do ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) é um bom exemplo para ilustrar a diferença entre as duas coisas. Enquanto Mônica Veloso foi amante do senador alagoano, jornal algum deu matéria sobre o affair, embora certamente a notícia pudesse despertar bastante interesse do público. Quando, porém, Mônica, que já nem era mais amante do senador e discutia na Justiça o valor da pensão da filha que teve com Renan, o acusou de ter pagado a pensão até ali com dinheiro de um lobista, a coisa toda mudou de figura e o caso passou a ter interesse público, que só fez aumentar o interesse do público, ainda mais na medida em que Mônica passou a revelar detalhes das suas relações com o Calheiros.

Antes que algum leitor afobado questione por que razão o episódio envolvendo Casagrande estaria apenas na primeira categoria e, portanto, deve ser mantido fora da mídia, ao passo que as agruras de Diego Armando Maradona, outro ídolo do futebol, podem ser exploradas à exaustão pela imprensa, é preciso estabelecer logo a diferença crucial entre os dois casos: Maradona sempre tratou de seus problemas privados em público, já concedeu várias entrevistas sobre a sua dependência de cocaína e após as diversas internações por que passou fazia questão de falar com a imprensa.

Maradona, portanto, autorizou que a sua vida privada fosse parar nas primeiras páginas dos jornais. E este absolutamente não é o caso de Walter Casagrande Jr., que jamais tratou de seus problemas pessoais em público. Ao contrário, o comentarista da TV Globo nunca escondeu seu drama dos colegas do meio jornalístico – para os mais próximos chegou a deixar claro, em vários momentos, que precisava de ajuda -, mas também nunca manifestou o mais remoto desejo de tornar públicos os seus problemas pessoais. Se quisesse, nada seria mais fácil a alguém com tanto trânsito no meio: bastaria escolher o veículo ou o jornalista e contar a sua história.

Sem vergonha de explorar a dor

Casagrande não falou à reportagem da revista da Abril, até porque está há quase seis meses isolado em uma clínica de recuperação, da qual só sairá quando os médicos permitirem, mas alguns de seus familiares o fizeram, certamente para tentar evitar que a “reportagem” saísse com o tom sensacionalista típico da imprensa marrom.

O esforço foi em vão. A matéria de Placar ainda não esta disponível, mas o que está no site da revista é de arrepiar. Primeiro, chama a atenção o que deveria ser a íntegra da entrevista com o médico do ex-jogador, que não diz absolutamente nada de relevante, apenas avisa que não pode falar nada sem autorização da família. Ora, por que publicar a “íntegra” de tal “entrevista”? Fácil: apenas para mostrar aos leitores que o doutor Artur Timerman não desmentiu a versão da revista. Ainda pior é o verdadeiro carnaval que o site vem fazendo em torno de uma “apuração” de fatos conhecidos até pelos focas das editorias de Esporte de qualquer jornal que se preze. Há uma inacreditável entrevista, em áudio, com o repórter da matéria em que ele revela ter iniciado a “investigação” em novembro do ano passado e entrevistado 16 pessoas para conseguir detalhar o drama do ex-jogador.

Mas o grande problema da matéria continua sendo o objeto da investigação. Qual o interesse público em divulgar o que Casagrande ingeria ou não ingeria em sua vida privada, particular? Por que contar uma história, que como tantas outras envolvendo drogas, é carregada de dor e de pequenas ou enormes tragédias privadas? Por que não esperar Casagrande deixar a clínica e pedir autorização para publicar a “reportagem”? Se ele, ao final do tratamento, se dispuser a falar da sua recuperação ou quiser fazer campanha contra drogas, tanto melhor. Não seria um “furo” de Placar nem de ninguém, seria apenas reportagem de utilidade pública, para servir de exemplo e alerta sobre o mal que as drogas causam. Nada que interesse a imprensa marrom, para a qual o que vale são os exemplares a mais que podem ser vendidos com a exposição da dor alheia. E as verdinhas no cofre, naturalmente.

PS em 01/04/08: O artigo acima foi escrito antes da chegada da Placar às bancas. Este observador já teve acesso à revista e leu a “matéria”, cujo conteúdo apenas corrobora o que foi escrito acima. A invasão de privacidade é completa – até o salário do comentarista da TV Globo é divulgado. É de interesse público saber quanto recebe Casagrande ou se a empresa para qual ele trabalha decidiu pagar o tratamento de seu funcionário? A “matéria” também detalha como acabou o casamento do ex-jogador e traz uma frase sarcástica da ex-mulher sobre a atual namorada dele, outra informação de enorme relevância para a compreensão do drama.

O lixo que está na revista Placar só não provoca engulhos maiores porque alguém na redação teve o bom senso de não fazer da “matéria” a capa da revista – há apenas uma chamada discreta, felizmente. O texto da reportagem também tenta “suavizar” a picaretagem, mas usar palavras doces não esmaece o tom marrrom da publicação.

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12 comentários sobre “O drama de Casagrande e a imprensa marrom

  1. Mauricio Savarese

    Até onde eu saiba, a família do Casagrande concordou em ser fonte da matéria. Se a família concordou, e a família apenas tem direitos legais sobre qualquer coisa vinculada a um homem hoje doente, não vejo motivos para a crítica ao repórter e à publicação.

  2. Manuel

    É claro que a matéria é relevante no meio esportivo. O cara foi ídolo do Corinthians e sumiu das transmissões da Globo. A Placar contou o motivo. Então não interessa a ninguém se o Maradona está internado (até parece que ele autoriza tudo o que publicam sobre ele), se o Edinho foi preso e se o Mosley faz orgias com uniformes nazistas? São todos casos privados, mas de PESSOAS PÚBLICAS. É óbvio que é notícia. O que é irrelevante é o que jornalistas da turma do MN acham dos jornalistas da turma do JK e vice-versa. Isso sim é uma discussão sem propósito, uma batalha de egos e de nenhuma sensatez. Isso pra não falar nos picaretas que agora ficam metendo o pau na Abril. Verdade que a Placar quer vender bem? Não diga. Quando tiverem o nome da revista que NÃO QUER VENDER BEM E NÃO SE PREOCUPA COM VERDINHAS, por favor me avisem.

  3. Rodrigo Azeredo

    É uma opinião. A minha é que esse texto não contribui em nada para o debate sobre o conflito entre os direitos à informação e à privacidade. É muito mais um festival de grosserias contra a revista. Tosco e mal-educado, utilizando o linguajar semelhante a de seu autor.
    É muito complicado estabelecer o limite entre o direito à privacidade e o direito à informação. Este último, sem dúvida, diz respeito ao interesse público. Mas também se refere ao interesse do público.
    É certo que em determinado instante a privacidade da figura pública deve ser preservada. Só que no momento em que alguém passa a viver em função da divulgação da própria imagem e de suas opiniões, obviamente o âmbito de sua privacidade diminui.
    A exposição nos meios de comunicação é uma escolha. Sendo assim, há o bônus e o ônus.
    Por esta razão, a pessoa pública deve se preservar. E ser formador de opinião exige prestar contas à sociedade. Os atos e opiniões da pessoa pública servem de exemplo à sociedade. Nas circunstâncias boas e nas ruins.
    A doença de Casagrande com certeza é de interesse do público. Caso contrário Placar não divulgaria. Mas também de interesse público.
    Quando grande craque, inspirou os sonhos de muita gente. Quantos não se espelharam em sua figura? E Casagrande cresceu profissionalmente, conquistou o público e atingiu a admiração das pessoas com a promoção de sua imagem. Quantas glórias suas não foram estampadas na capa de Placar?
    Agora que tem um problema, Casagrande também pode servir de modelo. Sua história pode ser um alerta aos jovens atletas, às crianças, enfim, à sociedade.
    Não se pode esquecer que se o vício é uma doença, não é qualquer doença. É um grave problema social que exige ampla atenção, tanto das autoridades estatais quanto da sociedade civil.
    Não é um vírus que passeia pelo ar, contraído ao acaso, e nem um dano causado exclusivamente pelos traficantes malvados. É de responsabilidade de todos, pois afeta a todos uma vez que sua prevenção se dá exclusivamente pela educação, ou seja, com INFORMAÇÃO.
    Quanto à exposição do problema do ex-atleta e cometarista poder afetar a família, como já foi dito, o “estrelato” tem o bônus e o ônus. A profissão que Casagrande escolheu, como jogador de futebol, e mais tarde como comentarista, traz esse risco. Fez muito bem a Revista Placar. Em minha modesta opinião.

  4. Magau

    Mais uma boa sobre a imprensa marrom, de um jornal aqui do Paraná.

    A difícil imparcialidade

    Numa dessas poucas folgas do trabalho no rádio, consegui assistir ao clássico entre Santos e Corinthians, na última quarta-feira. Havia tempo que não acompanhava um jogo do Campeonato Paulista, há muito mais não via por completo uma transmissão da TV Bandeirantes – era quem transmitia o jogo em TV aberta no Paraná –, com sua equipe titular: Luciano do Valle, Neto, Oscar Roberto Godói, Fernando Fernandes e Antônio Petrin.

    Fiquei surpreso. Quer dizer, fiquei assustado. Para uma emissora nacional, transmitindo um jogo de tal magnitude em rede, ter um acompanhamento totalmente parcial como aconteceu é um crime inafiançável. Era um clássico, duas torcidas gigantescas estavam envolvidas, mas parecia que o Corinthians, o visitante da partida, era a Seleção Brasileira jogando contra a Argentina.

    Por mais que se visse um jogo equilibrado, uma partida em que cada equipe teve seus momentos – e, convenhamos, o Timão teve mais presença no campo adversário –, o que se ‘ouvia’ era que só havia um time em campo, que o Santos era uma equipe “tecnicamente muito fraca” (como se o Corinthians fosse uma máquina) e que os visitantes poderiam vencer com sobras, de 3 x 0 ou 4 x 0. Como se sabe, o jogo terminou 2 x 1 para o Santos.

    Reclamações de arbitragem à parte, o que ficou do clássico da Vila Belmiro foi a constatação que é cada vez mais complicado ser imparcial quando se fala no Corinthians. As emissoras de TV, todas com grande penetração (ou sediadas) em São Paulo, precisam do Timão como elemento de conquista de audiência. Por isso, é preciso que o clube esteja ou em momento ascendente ou em crise inominável.

    Hoje, como as pendengas judiciais estão seguindo seu rumo, fica o campo para o Corinthians. E aí é preciso chamar a torcida para acompanhar o jogo – e a forma mais simples é “torcer”, tornando-se um parceiro da Fiel durante uma transmissão. Só que a imparcialidade vai para o vinagre, seja o jogo contra o Barueri, o Santos ou o Flamengo. Arrisco-me a dizer que hoje, em algumas emissoras de TV, se acontecer um jogo entre o Corinthians e a Seleção Brasileira, a transmissão seria totalmente pró-Timão.

    Se esta imparcialidade é fundamental para uma transmissão de TV em rede nacional, claro que para o rádio é diferente. Cada emissora tem o direito de se colocar a favor das equipes da sua cidade – as de Curitiba precisam sempre apoiar Atlético, Coritiba e Paraná, as de Porto Alegre ficarão ao lado de Grêmio e Internacional, as de Belo Horizonte com Atlético e Cruzeiro… E as de São Paulo com Corinthians, Palmeiras e São Paulo, claro.

    CRISTIAN TOLEDO

  5. Alviverde/SP

    Pelo visto foi dada pouca importância à ÉTICA e ao direito privado do indivíduo…o interesse MERCANTILISTA da editora é que prevaleceu.

  6. Gilvannewton Souza

    Respeito muito as suas opiniões, caro Paulinho, e também as de 2 icones do nosso jornalismo esportivo, Juca Kfouri e Alberto Helena, mas neste caso permita-me discordar. Acho que a PLACAR cumpriu com seu papel jornalistico e foi corajosa ao publicar uma matéria tão polêmica. Tratou o tema com responsabilidade e zelo. Lá existem profissionais gabaritados, como Celso Unzelte, Arnaldo Ribeiro, Sérgio Xavier, André Rizek, que não podem ser colocados na vala comum, sendo taxados de “imprensa marrom”. Espero que a matéria sirva de exemplo aos nossos jovens e, principalmente, ajude ao grande Casa a se recuperar, para que le volte ao convívio dos amigos e familiares. Esta é minha modesta opinião e espero não ser estigmatizado como um defensor do mau jornalismo e de aliado de pessoas nefastas, que este blog e o grande Juca Kfouri, tão bem, combatem. Ás vezes estamos de lados opostos, mas na maioria das vezes estamos juntos na luta.

  7. Agree

    publicar foto do China jogando bilhar pode, publicar que o Casão usa drogas não. é cada vez mais se vê que pau que dá em chico não dá em tião.

  8. Leao

    É difícil falar de uma pessoa que se gosta. Nós tentamos protegê-la das outras pessoas. E por vezes tentamos protegê-la dela mesma. O estranho é capaz de ver o que não vemos. Ou não queremos ver. Assim eu vejo os amigos do Maradona. Assim eu vejo os amigos do Garrincha. Assim eu vejo os amigos da Britney Spears. O que é que eles fizeram para lhes tirar do vício? Eles os protegeram dos outros e deles mesmos. Mas não mudaram a rota de colisão de suas vidas. O que é melhor: esconder ou escancarar as portas? Um dia eu pensei que esconder fosse solução. E foi. Até o dia em que compreendi que estava escondendo a mim mesmo. O dia em que não tive mais vergonha de mim mesmo eu pude enxergar que a verdade é melhor do que qualquer mentira. Não há necessidade de se viver em desculpas. Não há necessidade de se sofrer num canto calado. Não há necessidade de justificar eternas faltas. Ou você é daqueles que gostam de fazer discurso em velório?

  9. larissabeppler

    Não sei a realidade dos fatos que estão contestando. Se a família autorizou ou não..etc…mas se todo o ocorrido for como o descrito no texto postado no aqui no blog, só tenho uma coisa a dizer:

    Eles não têm vergonha de explorar a dor alheia.

    E aliás, os brasileiros se fossem bem decentes, deveriam se recusar a adquirir a edição da revista. Que lição de moral seria uma vendagem zero!

    Sonho meu…mas enfim…

    Antes que os curiosos de plantão achem que deveria ser publicado pq ele é um ex-jogador, um comentarista, enfim uma pessoa pública.

    Ele é antes de mais nada um ser humano, como qualquer um de nós.
    Agora imaginem um segredo bem íntimo de cada um, que ninguém gostaria que se tornasse público ..publicado em rede nacional, em tom marrom …

    Acredito que antes de mais nada, deveríamos pensar em como nos sentiríamos no lugar do outro. Talvez, seja essa percepção e leitura que tenha faltado ao autor do “furo de reportagem” , aliás, bem furado mesmo.

  10. Rodrigo Azeredo

    Larissa,

    Compreendo o que quer dizer, mas, antes de mais nada, que segredo é esse que, segundo todos os jornalistas que discordam da reportagem de Placar, todo o meio conhecia? Se quem é do meio sabia, o indivíduo não tentava esconder. Logo, não era segredo.
    O fato de ser humano, como cada um de nós, e estar passando por dificuldades em decorrência da dependência de cocaína e heroína, é o que deveria prestar de utilidade aos milhões que almejam uma posição como a de Casagrande por acreditar que estarão imunes aos problemas sociais que afligem os cidadãos comuns.
    Uma reportagem como essa tem o poder de mostrar que o vício e a dependência não são sinônimos de vagabundagem. Também não são conseqüência da falta de escolaridade, desemprego ou pobreza. Enfim, não são mazelas exclusivas de quem é pobre ou está desassistido pelo Estado.
    Mostrar que Casagrande tem um problema com drogas e está se tratando não é expô-lo ao ridículo e, muito menos, infligir sofrimento a sua família maior do que o próprio vício causa.
    O eventual sofrimento para a família seria decorrência da vergonha em assumir que um cidadão bem sucedido é vítima da droga. Tratar assim a questão não é reconhecer que a droga é uma doença, mas trazer à tona o que há de mais abjeto no convívio social: o preconceito.
    Pelo contrário, uma matéria como esta pode mostrar que a dependência destrói, mas tem cura. E por tratar de uma pessoa pública, apresenta o problema do modo como é, universal. Uma doença real e que não é apenas produto da desigualdade social, pensamento operante na sociedade.
    É o que penso.

  11. Pedro

    Lamentavel o q a Placar fez !!!
    Alias ja faz quase q 2 anos q nao a leio ! Pq simplesmente a qualidade da revista em termos de jornalismo e pessima !!!!!!

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