Ao ler a resposta de Carlos Eugênio Simon para Roberto Vieira, no blog do Juca, não consegui me conter.
Roberto Vieira é escritor, dos bons, e tem todo o direito de emitir sua opinião.
Não é preciso ser jornalista para isso.
Simon foi deselegante e preconceituoso em seus argumentos.
Pior, tentou explicar algo que para ele seria melhor que caísse no esquecimento.
Todos nós sabemos o que um árbitro tem que fazer para apitar Copa do Mundo.
Imaginem então a que não se submete alguém que apitou duas.
A política do esporte, nas federações, é algo que cheira mal.
Meu amigo Fiori, ex-árbitro e colunista do blog têm histórias de fazer corar o capeta.
Portanto, menos senhor Simon, não está lidando com imbecis.
O senhor decidiu campeonatos.
Foi no mínimo, para ser econômico, incompetente.
Situação que já o descredenciaria para apitar qualquer torneio sério, quanto mais uma Copa do Mundo.
Nós conhecemos bem o funcionamento dos bastidores do futebol.
Principalmente o do reino de Ricardo Teixeira.
Sua carreira, assim como a de seu ídolo, Armando Marques, é um capítulo a ser esquecido no futebol brasileiro.
Aceitar uma critica, sabendo que ela é procedente, seria o mínimo que alguém com seus “feitos” deveria fazer.
Justificou-se com argumentos pífios.
Tem direito à defesa, mas o utilizou de forma equivocada.
Lamentável, senhor Simon.
Seria melhor que tivesse se calado.