Coluna do Fiori
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CAMPEONATO PAULISTA
SÃO PAULO X CORINTHIANS
Quanto a polemica criada sobre a atuação do arbitro Sálvio Spínola Fagundes Filho, por mim vista pela TV, concordo com a marcação da falta de Adriano no zagueiro William do Corinthians, no ato do lance manifestei que o mesmo foi faltoso.
É por este motivo que nunca admiti participação dos auxiliares em lances jogados dentro da área pequena, entendo e sempre entendi que ali, a responsabilidade é totalmente do arbitro, sou da época em que o arbitro de personalidade, assumia o lance e ainda batia no peito para demonstrar seu domínio sobre lance, exemplo: Dulcídio Wanderley Boschilia.
Já no lance do zagueiro Chicão sobre o são-paulino Dagoberto, entendi como falta pênalti. Na parte disciplinar o arbitro pecou em varias oportunidades, deu muitas explicações e conversou demais com os atletas, Richarlyson, foi maldoso, merecia expulsão.
Entendo que o árbitro Spinola é político, pretensioso e pseudo senhor da razão, humildade e menos gás neste seu comportamento, faria ou lhe fará bem. Lógico que tivemos os Armandos, e outros que tais, que no hoje comentam pela Plim – Plim arrotam de nunca terem errado ou participado de jogos em que ouviram conjecturas sobre imparcialidades em suas atuações, rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr.
NOSSOS CONGRESSISTAS
Sim, estes congressistas que impuseram no Código do Consumidor o sorteio entre os árbitros nas partidas oficiais e não o fizeram em relação aos assistentes, deveriam e devem de se preocupar em verificar certas aberrações existentes no Código Civil, como por exemplo, o patrimônio das pessoas.
1° Se casado e tiver filhos, e um destes filhos maltratarem os pais e abandoná-los, quando estes vierem a morrer, terão o mesmo direito dos demais, mesmo que a contragosto dos genitores, manifestado em vida.
2° Em uma prole de quatro irmãos, com pai falecido, a mãe viva, vivendo na casa de um dos filhos, sendo tratada com dignidade, mesmo que recebendo benefícios de aposentadoria, estes valores são pequenos pelo tamanho das despesas obrigatórias que lhe são afetas, despesas estas que por lei deveriam de ser cobertas por todos os filhos, porem um destes, casado e alegando não ter condições financeiras, em nada contribui e ainda abandona e despreza a mãe e os demais irmãos.
Sendo que dos três, dois solteiros e com algum patrimônio, estes podem doar em vida a alguém, somente cinqüenta por cento do total os outros cinqüenta irão para o inventario e o irmão que sempre desprezou os demais e abandonou a mãe, participara da divisão, mesmo que a contragosto do que vier a falecer.
Esta imposição, em meu entender é o violentar a liberdade e o direito do possuidor dos bens e um facilitar aos parasitas e desprovidos de moralidade, que ficam a viver eternamente no bem bom e constituem família à custa destas aberrações.
Tenho certeza que casos como o acima, que me foi participado, por uma pessoa com quem conversei esporadicamente em um cartório desta cidade maltratada por seus habitantes, ocorrem cotidianamente por este Brasil – brasileiro, das cestas básicas, dos mensalões, dos mensaleiros e dos corruptos políticos que embolsam os valores recolhidos dos impostos que pagamos religiosa e obrigatoriamente, aumentando seu patrimônio ou depositando em bancos do exterior, os valores dos percentuais de suas participações nos negócios públicos ou nas assinaturas postadas nos vários documentos que passam por seus gabinetes ou em outros locais, acorda Brasil.
O acima é de minha inteira e total responsabilidade e, é publicado pelos blogs:
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