A verdade sobre o caso Felipe.
Enquanto Andrés Sanches toma seu whisky com um amigo iraniano em Paris o circo pega fogo no Parque São Jorge.
Felipe não quer mais jogar no Corinthians.
E o problema não é dinheiro como maldosamente a diretoria corinthiana planta na imprensa.
A situação é muito mais grave.
Os cartolas alvinegros haviam prometido conversar com o goleiro ao final do campeonato para renegociar seu salário.
Fato ocultado da imprensa e da grande torcida corinthiana.
Os procuradores do goleiro ouviram a proposta do clube, que foi de R$ 54 mil mensais.
Foi recusada pelos responsáveis do atleta que julgaram que Felipe havia se valorizado por sua magnífica atuação no Campeonato Brasileiro.
Antonio Carlos, orientado por superiores, resolveu utilizar-se de uma tática deplorável.
Jogou na mídia a informação não verdadeira de que o atleta só renovaria por R$ 100 mil.
Felipe nunca pediu esse valor.
Seus procuradores pediram R$ 70 mil.
Mais uma informação que Antonio Carlos não divulgou para a imprensa.
Para completar a atitude rasteira, tentou jogar o atleta contra a torcida realizando declarações que sugestionavam que a atitude do goleiro não estaria sendo ética.
Com crueldade e baixo nível, Antonio Carlos, na tentativa de depreciar o valor de Felipe, deu uma lamentável entrevista ao jornal “O Estado de São Paulo” em que citava as três oportunidades em que o goleiro foi rebaixado de divisão.
Mario “DETRAN” Gobbi, responsável(?) pelo departamento, de maneira conivente, nada fez.
Felipe se sentiu humilhado.
Não quer mais trabalhar com gente desse nível.
Sempre que atuou pelo clube se dedicou ao maximo.
Não há o que reclamar de seu profissionalismo.
Ainda hoje diretores do Corinthians tentarão fazer Felipe mudar de idéia.
Será difícil convencê-lo a trabalhar com alguém como Antonio Carlos.
O primeiro atleta do Brasil punido por RACISMO, em sua primeira semana de trabalho, falta com o respeito a um jogador negro.
Deve ser coincidência.
