A máfia do futebol amador
Conversei, na segunda-feira, com mais um pai de atleta que foi lesado pela máfia do futebol amador do Corinthians.
E o fato aconteceu menos de um mês atrás.
Na gestão de Miguel Marques e Silva.
A conversa foi testemunhada por alguns jornalistas, um deles, referência na profissão.
O filho de 16 anos, da pessoa com quem mantive contato, esteve em Itaquera, acompanhado de outro amigo da mesma faixa etária, para realizar os testes que garantiriam ou não seu ingresso ao clube.
No final de tudo os pais foram chamados para uma “conversinha”.
O responsável pelo setor pediu a eles a “módica” quantia de R$ 3 mil como propina para aprovarem seus filhos.
Uma vergonha.
Por não possuir a quantia, o filho do rapaz com quem conversei foi sumariamente dispensado.
Já o outro que o acompanhava contribuiu para o “natal” do canalha e hoje está treinando no clube.
Sr. Desembargador Miguel Marques e Silva, eu o avisei, por telefone, que eles queriam a sua presença no setor para fazer fumaça.
Queriam utilizar a sua credibilidade para continuarem a realizar o ilícito sem que houvesse mais desconfiança.
Disse também ao senhor que Nesi Curi continuaria dando as cartas.
E é o que está acontecendo.
Receba este alerta e procure investigar.
Vai encontrar muita sujeira no mar de lama que lá se encontra.
Os canalhas continuam na ativa.
Embaixo do seu nariz.
Fique atento.
Não quero acreditar que o senhor é conivente com essa situação.
