Sobre a venda de Lulinha
Por Roque Citadini
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O empresário Wagner Ribeiro não encontrou o jogador Lulinha na rua, tomando sorvete ou passeando por aí. O jogador está no Clube há muitos anos. O atleta e seus pais foram levados a empresários por Diretores do Clube.
Ali, fizeram um acerto (jogador, Diretores e pai), e o empresário adquiriu o direito de se tornar agente de Lulinha. Poucos dias após, o Clube fez novo contrato com o jogador, inclusive com uma cláusula complicada que é o “Direito à participação numa futura venda”. Tudo feito à margem da lei: a compra do direito de ser empresário do jogador; a participação na futura venda; e tudo o mais. A relação promíscua entre este empresário e os Diretores do Clube é que produziu este quadro. O jogador foi “negociado” como os escravos eram vendidos e o Sr. Ribeiro não é agente, mas um intermediário, que comprou o direito de ser “realizador” do negócio. Tudo ai cheira a podre. O negócio, a conduta dos dirigentes do Corinthians e a postura do tal empresário que comprou o direito de vender Lulinha.
Nota do Blog: A indignação de Roque Citadini é justificada e compartilhada pelo blog do Paulinho.
Quem convive no Parque São Jorge tem a exata dimensão do quanto a atuação de Wagner Ribeiro é prejudicial ao Corinthians.
Com a conivência do que há de pior no clube, ele fez inúmeros negócios que beneficiaram a si próprio e a alguns “dirigentes” da Máfia do Futebol Amador, que era comandada por Nesi Curi e tinha como colaboradores alguns que ainda estão no clube.
Uma vergonha !

