A máfia, os dirigentes, o empresário e o atleta.
Amigos internautas, recebi durante o dia uma informação estarrecedora, daquelas que parecem roteiro de filmes mafiosos.
A pessoa que me passou a informação é de reputação inabalável, faz parte da política do clube, e é daquelas fontes que podemos considerar como 100 % confiáveis.
É a verdadeira história sobre o golpe que a MSI tentou aplicar no Lyon, da França, no caso Nilmar.
Essa história foi contada pelo próprio mafioso Kia Joorabchian, aos membros da oposição que foram se encontrar com ele em Londres.
Pegue sua cadeira, pare tudo o que está fazendo e preste muita atenção, tenho certeza que não vai acreditar no que vai ser relatado nas linhas abaixo, mais é a pura verdade.
Kia Joorabchian, representando a organização mafiosa MSI, premeditou um golpe a ser aplicado na equipe do Lyon, mas para que tudo desse certo precisaria recrutar parceiros que facilitassem as ações planejadas.
Com o capital da máfia russa em mãos, tudo ficou mais fácil.
Kia teve como ajudantes na operação um diretor remunerado do Lyon, que teria facilitado a emissão do atestado liberatório no clube francês, um funcionário da FIFA, que teria influenciado na parte internacional da transação, e pasmem, a conivência do próprio atleta Nilmar que estaria ciente do golpe em conjunto com seu empresário, banido recentemente do futebol pela FIFA, Orlando da Hora.
Segundo a fonte em questão, Kia teria pago ao Lyon, U$ 2 milhões pelo empréstimo de Nilmar, e teria que acertar mais U$ 8 milhões se tivesse interesse de manter o atleta em definitivo.
Mas o real interesse do mafioso era o de aplicar um golpe de mestre.
Ficar com o jogador sem ter que dispor do dinheiro acertado.
Para isso entrou em acordo com um diretor remunerado do Lyon, que facilitou a emissão do atestado liberatório do jogador.
Kia precisava ainda de um aval da FIFA, que conseguiu através de outra manobra, desta vez com a conivência de um funcionário da entidade que facilitou toda a papelada para que a transação irregular se transformasse em regular.
Faltava ainda comunicar as partes interessadas sobre o teor do golpe.
Foi nesse momento que o jogador Nilmar e seu empresário foram coniventes com Kia, o testa de ferro da máfia russa.
Kia os teria compromissado com a quantia de U$ 1.800.000,00, para que permanecessem em silêncio, sem revelar o teor da operação, em franca conivência com os acontecimentos.
Nilmar, que hoje posa de santo, teria sido conivente com um ato de corrupção que o beneficiou diretamente, uma atitude lamentável e que demonstra todo o seu desvio de carater.
O dirigente do clube que me revelou a transação conta ainda que Alberto Dualib conhecia apenas parte da história, e por não ter conhecimento de todo o golpe, involuntariamente, teria frustrado os planos mafiosos de Joorabchian ao entrar com uma defesa na FIFA alegando que o Corinthians seria o verdadeiro dono do passe do atleta, contrariando o que havia sido acordado no momento da liberação fraudulenta do atleta na entidade, o que deu margem para que a equipe francesa conseguisse realizar a sua defesa.
Essa é a parceria que muitos diretores do clube, com apoio de alguns conhecidos torcedores querem trazer de volta ao clube.
Esse é o jogador que ousou fazer carinha de santo quando na verdade foi ativamente conivente com todo o golpe.
A atitude de Kia não me surpreende.
Já a de Nilmar foi uma grande decepção.
Uma história revoltante, que poderia servir de roteiro de filme de gangsters, mas que aconteceu na casa do clube mais popular do Brasil.
Uma vergonha.
