O desabafo de Zico.

Amigos internautas, Arthur Antunes Coimbra, o Zico, faz parte das melhores recordações que tenho sobre futebol.
Inumeras vezes me emocionei ao acompanhar o desempenho genial de Zico na Seleção Brasileira.
Sua garra, sua vontade de vencer, o talento formidável com que sempre nos brindou em jogos memoráveis, em uma época diferente, em que os jogadores amavam o futebol, tinham desejo de satisfazer os torcedores, e possuiam uma incrível identificação com as equipes que defendiam.
Zico também me proporcionava o medo.
Medo de ver o Corinthians enfrenta-lo no Maracanã, o seu templo, local em que invariavelmente o Flamengo do Galinho era quase que insuperável.
Ele, além de ser um jogador fora de série, sempre foi um ser humano acima da média.
Pessoa de bem, carater irretocável, mas que cometeu um erro, por amor a Seleção que ele tanto respeitou, de acreditar em um ser desprezível como Ricardo Teixeira.
Zico, ao ser convidado pelo Barão de Munchausen para fazer parte da comissão técnica da Seleção de 1998, não tinha a menor noção do que o esperava.
Sua imagem foi usada para abafar os principais escândalos, aproveitaram-se da credibilidade que ele possuia e da sua identificação com o povo brasileiro para encobrir o show de incompetência e falcatruas que foi a preparação da Seleção para o Mundial de 1998.
Mas Zico resolveu falar.
E desabafou em um discurso emocionado e verdadeiro, como só pessoas como ele, com a história que possui, poderiam realizar.
O Galinho demonstrou, no programa “Bem Amigos” da Sportv, o quanto o presidente da CBF é pobre de carater, em suas próprias palavras “uma pessoa não confiável”.
Contou também tudo sobre o episódio da convulsão de Ronaldo as vesperas da partida contra a França, e como seu nome foi usado no episódio do corte de Romário.
Um depoimento imperdível que disponibilizo nos links abaixo:
http://br.youtube.com/watch?v=82PSjye_lmg
http://br.youtube.com/watch?v=h7kGhhX7NsU
Não perca !

