Galvão Bueno, lamentável.
Galvão Bueno perde as vezes a chance de ficar quieto.
O narrador da Rede Globo tinha inumeros motivos para realizar críticas em Wembley.
A tribuna de honra do estádio parecia uma confraternização de turistas gozando férias na Europa, mas na verdade era uma comitiva formada por políticos brasileiros que absolutamente sem nenhuma função prática, viajaram as custas do dinheiro que só Deus sabe de onde deve ter surgido.
Junto deles estava o presidente Lula ao lado do mestre de cerimônias, o Barão de Munchausen, Ricardo Teixeira.
Todos na Inglaterra a pretexto de divulgar a candidatura do Brasil para a Copa de 2014.
Tirando o Barão e o presidente Lula, todos ilustres desconhecidos do cenário mundial, o que torna obviamente obsoleta qualquer tipo de divulgação que venham a fazer.
Mas Galvão preferiu atirar em Kaká, tentando marca-lo como um jogador que estava renegando um serviço a pátria, o que obviamente não é verdade.
Gostaria de ver o narrador criticar com a mesma vontade que criticou o jogador as pessoas que detem o poder do futebol a anos e que nada contribuem para a sua evolução no país.
Preferiu denegrir a imagem de um atleta exemplar a criticar os poderosos que a anos contribuem para a falência do futebol e para a corrupção política do país.
Lamentável.

