Resposta ao Presidente da SAFESP

Resposta a lamentável coluna de Sérgio Corrêa da Silva escrita no site “Futebol Interior” de propriedade de um conhecido papagaio já condenado por difamação.


Sérgio Corrêa da Silva, presidente da SAFESP (Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo), escreveu uma lamentável coluna no site Futebol Interior, conhecido por premiar seus leitores com textos tendenciosos e de baixo nível.


Sérgio comportou-se como um verdeiro porta voz de Aragão, tentando desmentir fatos evidentes e situações que foram testemunhadas por mais de uma dezena de pessoas.


Realmente patético.


Vale lembrar também que o presidente da SAFESP é funcionario da FPF, o que, obviamente dá margens a suspeitas sobre a isenção de seu mandato.


Será que alguém acredita que não receba pressões e influências destas entidades em suas decisões ?


Selecionei alguns absurdos para comentar. (A coluna completa pode ser lida clicando no link abaixo, mas tome um Plasil antes, para não sentir nauseas)


http://www.futebolinterior.com.br/aColuna.php?iD=158


“Voltando ao caso do ex-companheiro falecido, é simples demais para que não entendam. Não posso crer que pessoas de elevada formação cultural não consigam entender que exerce o direito o associado. Aquele que não for, não exerce tal direito. Tão simples quanto uma pessoa ter seguro médico, de vida ou de carro e por um problema momentâneo deixar de cumprir com suas obrigações. Alguém tem dúvida de que este cidadão não será atendido?
Tenho também ouvido e, algumas vezes, lido muitas, mas muitas bobagens. Verdadeiras asneiras e venenos jogados no ar…”


O caso a que o lamentável colunista se refere é o do ex-árbitro Willian Lobo de Souza, conhecido no meio por Biro-Biro, que faleceu sob condição financeira precária e que após inumeros anos de pagamento de mensalidades, no final de sua vida já não conseguia mais honrar com os compromissos. Sua familia procurou a SAFESP implorando ajuda para providenciar um enterro digno para o ex-árbitro, ajuda essa que foi negada pelo atual presidente da entidade. Uma questão de humanidade, negada pelo prepotente dirigente.


Atitude diferente tomou José Astolphi, então presidente da SAFESP, no ano em que o ex-árbitro Roberto Nunes Morgado faleceu.


Todos sabem que Morgado, já no final de sua vida, também não podia mais arcar com as mensalidades da entidade porque estava em situação financeira difícil, um caso semelhante ao de Biro Biro.


Astolphi foi procurado por Euclydes Zamperetti Fiori que solicitou ajuda a entidade para que Morgado pudesse ter também um funeral digno e prontamente foi atendido pelo então presidente da entidade que levou em consideração os inúmeros anos em que Morgado contribuiu com a entidade.


Uma questão de humanidade e carater.


“Pelas mesmas vias dos venenosos de plantão esclareci, por exemplo, sobre o pleito, mas insistem em levantar suspeitas e fazer ilações sobre algo que não conhecem. Querem derrubar o presidente da ANAF, José de Assis Aragão, pois ele diz claramente quem é e quem não é seu amigo. Ele exerce isto de forma ímpar e o único problema deste tipo de pessoa é ter a possibilidade de ser injusto na sua avaliação. Porém, ao contrário de muitos, ele define as coisas.”


É realmente “comovente” a declaração do presidente da SAFESP sobre essa pessoa de carater “irretocável” que é José de Assis Aragão.


O que me causa estranheza é que até bem pouco tempo atrás Sérgio e Aragão não se falavam, diziam barbaridades um do outro para quem quisesse ouvir, o que teria mudado ?


Uma correção no texto de Sérgio, não querem derrubar o digníssimo presidente da ANAF, José de Assis Aragão, seria algo impossível de acontecer, porque ele já foi derrubado em eleição direta realizada em dois turnos com votação de árbitros e presidentes de sindicatos do país inteiro.


“Lamentavelmente o pleito eleitoral teve problemas por equívocos gerais, inclusive dos três candidatos, que exerceram interesses difusos. A verdade é uma só e afirmo de maneira clara e inequívoca que, na função de presidente da comissão eleitoral e muito bem assessorado por Marco Martins (SC) e Márcio Campos Sales (SP), atendemos à vontade dos três candidatos, ou seja, levamos a eleição dentro dos limites permitidos pelo Estatuto e pelo Regimento Eleitoral. Isto é inquestionável.”


Não é verdade.


Foi tão questionável que a justiça acatou o pedido de irregularidade e deu ganho de causa ao candidato que derrotou Aragão nas urnas.


“Os árbitros de São Paulo demonstraram em 45 dos 50 votos possíveis que a situação deveria seguir e, como representante da vontade da maioria, não poderia mudar este quadro.Quanto à Assembléia, ocorrida numa sexta-feira 13, não atiraram bomba alguma; não houve assalto na sede da entidade nacional; não houve subtração de notas fiscais. Isto, além de mentiroso, é leviano demais.”


Não é verdade.


Os árbitros de São Paulo realmente votaram em Aragão por motivos de obvia pressão do Sindicato Paulista, mas como a eleição não era apenas decidida em São Paulo, Aragão perdeu em quase todos os outros sindicatos do país e por isso hoje não é mais o presidente da ANAF.


Quanto ao restante do texto é impossível tentar tampar o Sol com a peneira quando para cada um dos fatos citados existem dezenas de testemunhas.


“Finalizo perguntando a “colunistas” que cobram, que exigem isto ou aquilo, uma pergunta: quantas assembléias foram realizadas nas suas entidades? Como e onde elas aconteceram? Tudo está registrado como determina a legislação? Ou será que vocês são adeptos do “façam o que eu digo, mas não o que eu faço…”


Quanto a parte final da lamentável coluna, conversei com o ex-árbitro Euclydes Zamperetti Fiori que obviamente se sentiu atingido pelas palavras pois é um dos “colunistas” que sempre fiscalizaram a pouca vergonha que foi a administração de Aragão e a falta de transparência nas eleições da ANAF.


Fiori desafia Sérgio Correa a debater com ele em qualquer tribuna sobre os assuntos citados na coluna e principalmente sobre a maneira de agir do lamentável colunista e presidente da SAFESP e seu amigo, antigo desafeto, Aragão.


Tamanha besteira só poderia ter sido publicada nesta verdadeira lata de lixo que é o Futebol Interior


 

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