Coluna do Fiori

“O ano acaba, mas a emoção (ou o desespero) do meu time faz hora extra”
Autoria coletiva
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Semifinais da Copa do Brasil 2026 – Jogo de Ida – Domingo 01/11
Palmeiras 1 x 0 Vasco
Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)
VAR
Rodrigo D Alonso Ferreira (FIFA-SC)
Item Técnico
1º – No meu entendimento, ao deixar de marcar a infração penal cometida pelo palmeirense Alexander Nahuel Barbosa, camisa 2, no momento em que, espertamente, aproveitando o giro do seu corpo, fez uso da mão do braço direito para tocar na bola evitando que o oponente Lescano, camisa 22, pudesse dominá-la, Anderson Daronco indiretamente prejudicou a equipe vascaína.
2º – Por volta do trigésimo segundo minuto do segundo tempo, árbitro acertou em marcar a falta leve cometida pelo do vascaíno Alan Saldivia, camisa nº 4, no momento que impediu o oponente Vitor Roque, camisa 9. Neste fato, acredito que o árbitro tenha sido injusto por adverti-lo com cartão amarelo.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: Dois para Alviverdes – Três para Cruzmaltinos
Vermelho: pelo segundo amarelo direcionado para Alan Saldivia, defensor vascaíno, camisa nº 4
Grêmio 2 x 0 Atlético-MG
Árbitro: Davi De Oliveira Lacerda (ES)
VAR
Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (FIFA-RN)
Item Técnico
Árbitro e assistentes desempenharam suas funções cumprindo o apontado nas leis do jogo
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: um para defensor Gremista – Um para Atleticano
Vermelho: pelo segundo amarelo recebido por Gustavo Martins, gremista, camisa nº 6
34ª Rodada da Série A do Brasileirão 2026 – Segunda-Feira 02/11
Red Bull Bragantino 2 x 1 Santos
Árbitro: Edina Alves Batista (FIFA-SP)
VAR
Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (FIFA-SP)
Item Técnico
Acerto da assistente 01, Neusa Inês Back (FIFA/SP): No décimo minuto do primeiro tempo, com o placar apontando 1 a 0, a assistente sinalizou corretamente para a árbitra central que, antes do cruzamento realizado pelo santista Barreal (camisa 22), a bola havia ultrapassado completamente a linha de fundo, conforme determinado na Regra 9 (A Bola em Jogo e Fora de Jogo). Ressalta-se que, logo após o cruzamento, um jogador santista que aguardava na área completou para as redes, porém o lance já devesse ser invalidado pela saída prévia da bola.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: um para defensor Massa Bruta – Três para defensores do Peixe
Quarta-Feira 04/11 – Athletico-PR 1 x 3 Vasco
Árbitro: Ramon Abatti Abel (FIFA-SC)
VAR
Daniel Nobre Bins (FIFA-RS)
Item Técnico
Pela TV, observei que o árbitro Ramon Abatti Abel errou — e feio — por não ter paralisado a contenda e apontado a marca da cal no momento em que o goleiro atleticano, depois de rebater a redonda para frente, visivelmente fez uso de sua mão esquerda para puxar o pé direito do atacante vascaíno, derrubando-o no gramado
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: Três para integrantes do Furacão – Um para integrantes da equipe Gigante da Colina
Vermelho Direto: para Kevin Viveros, camisa 9, integrante do Furacão
São Paulo 0 x 0 Corinthians
Árbitro: Raphael Claus (FIFA-SP)
VAR
Daiane Muniz (FIFA-SP)
Item Técnico
Em seguida à marcação da falta cometida pelo corintiano Yuri no adversário Ferreirinha — pela qual o jogador foi advertido com cartão amarelo — o árbitro Raphael Claus, atendendo à sugestão do VAR, dirigiu-se ao monitor para revisar o acontecido. Pouco depois, ao retornar ao campo, ele se posicionou de frente para Yuri e foi correto ao substituir o cartão amarelo pelo vermelho, conforme descrevo no item disciplinar.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: Cinco para Tricolores – Quatro para Alvinegros
Vermelho Direto: apresentado aos corintianos Matheus Pereira, camisa 23 por ironia ao árbitro e Yuri Alberto, camisa 9 no instante em que, com a trava da chuteira, deliberadamente, alcançou a perna do oponente Ferreira, camisa 11.
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Política
A volta da solidariedade em um momento único, por Luís Nassif
Agora, esse vendaval de cidadania terá de enfrentar a frigidez de instituições esclerosadas e varrer o pó do anacronismo.

Houve quem definisse esses movimentos de massa como de “encantamento”. As pessoas que invadiram a Esplanada em 8 de janeiro, quebrando tudo, estavam envolvidas nesse “encantamento”: a possibilidade de dar um objetivo a uma vida vazia e de participar de novos tempos, ainda que por meio da destruição dos poderes da República.
Outro dia, em Serrania, uma prima me contou sobre o vendedor de laranjas que tinha uma carrocinha na praça e se encantou com a possibilidade de fazer história. Mandou-se para Brasília, participou do quebra-quebra e só caiu em si quando voltou a Serrania, pedindo asilo na casa dos fregueses em troca de laranjas.
Esse mesmo “encantamento”, manipulado pela ultradireita, manifestou-se, agora em favor do Brasil, nas jornadas inesquecíveis do segundo turno. Havia uma carência de Brasil no ar. Aqui mesmo apontei várias vezes esse fenômeno: o frisson nacional com qualquer brasileiro que se destacasse no mundo, seja no cinema, na música, nos esportes ou em competições científicas.
Ao mesmo tempo, as redes sociais passaram a inundar o país com relatos de estrangeiros sobre o Brasil, sobre o modo de ser brasileiro, a informalidade, o jeitinho e a gentileza. No Carnaval, turistas estrangeiros que chegaram ao Rio de Janeiro passaram a fazer reels (aqueles pequenos vídeos) sobre o que viram na cidade, tendo como fundo sonoro o samba “Vai na fé” e outros hinos ao modo de ser brasileiro.
Intelectuais estrangeiros deram depoimentos para que o brasileiro deixasse de lado o complexo de inferioridade em relação à cultura europeia e entendesse a grandiosidade da cultura nacional, capaz de amalgamar todas as influências e gerar uma síntese grandiosa, como a própria música brasileira. De certo modo, isso retoma a ideia de que não existe cultura superior; a grande cultura é a que consegue assimilar todas as demais.
Esse enorme potencial, a aposta nas potencialidades do país e a luta para impedir o fim do projeto nacional nasceram da juventude. Uma passeata da Universidade Federal Fluminense, em Niterói, espalhou-se como um rastilho de pólvora, incendiando o Brasil de norte a sul, em qualquer cidade que tivesse uma faculdade ou universidade.
Depois, veio o exército de Janones e as passeatas inesquecíveis na Avenida Paulista, em Copacabana e nas praças do Brasil afora, tendo como grande elemento congregador a figura de Lula, as cores verde e amarela recuperadas e o gesto do “L” com os dedos. Desse modo, essa febre cidadã espalhou-se pelo mundo como ponto de partida para a reação contra a ultradireita.
Aproveitar a oportunidade
Agora, esse vendaval de cidadania terá de enfrentar a frigidez de instituições esclerosadas e varrer o pó do anacronismo. Nem se pense em intervenções ou manobras heroicas. A renovação virá de baixo para cima, impulsionada pelos sentimentos ancestrais que renasceram sob os augúrios das caminhadas do segundo turno: a solidariedade, a busca por novas soluções, a modernização com o brasileiro no foco central das políticas e o orgulho de ser brasileiro.
Será a grande oportunidade para um salto de qualidade no desenvolvimento brasileiro. Frustrar essas esperanças significará jogar o país nas mãos do próximo candidato a déspota — e, dado o histórico brasileiro, haverá grandes chances de ser um déspota não esclarecido.
Luis Nassif: Jornalista, e editor responsável pelo “Jornal GGN” publicado no dia 06/11/2026 às 07:48
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“Chega de desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, membros do Judiciário e do Ministério Público, funcionários públicos de todas as categorias, inclusive militares, policiais fardados e civis estaduais, assim como na CBF, nas federações, e nos clubes de futebol brasileiro, bem como em entidades representativas dos trabalhadores e da sociedade”
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Finalizando
“Instituições rígidas e esclerosadas são barreiras invisíveis que impedem o avanço social e sufocam o empreendedorismo”
Autoria desconhecida
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP 07/11/2026

