Corinthians é o Clube dos Cafajestes

Três meses após anunciar um acordo com a Receita Federal sem, evidentemente, possuir caixa para honrá-lo — em claro exercício de má-fé —, agravado pelo fato de ter oferecido o Parque São Jorge como garantia, o Corinthians voltou a delinquir.
Se antes a pendência havia caído, oficialmente, de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões, agora voltou a crescer após novo calote de R$ 40 milhões.
Caso não honre este pagamento — que deverá ser quitado juntamente com a parcela anterior —, a dívida retornará ao valor original, acrescida de juros, multas e demais correções.
O quadro atual, salvo a urgente retirada dos irresponsáveis do poder — todos eles, desde a presidência até os coniventes do CORI e boa parte parasitária do Conselho —, é de insolvência.
As construtoras farão fila para arrematar o Parque São Jorge.
Em meio a esse cenário, 90 dos 102 conselheiros presentes votaram pela manutenção da escolha dos membros do CORI da forma atual, sem qualquer participação do associado, mantendo o controle nas mãos dos peões da cúpula mafiosa do Conselho.
Os capos são conhecidos.

