Cartolas do Corinthians se unem para tentar salvar Rubão de condenação

Em 22 de março de 2025, sentença proferida pelo juiz Vinicius Maia Viana dos Reis, do Foro de Santa Adélia, condenou Rubens Gomes da Silva Junior, o “Rubão”, ex-diretor de futebol do Corinthians, por improbidade administrativa cometida contra o município de Ariranha.
O cartola, em conluio com o prefeito, teria desviado R$ 325 mil sem a devida contraprestação.
Rubão recorreu, mas o MP-SP já se manifestou pela manutenção da condenação.
No desespero, pediu socorro.
Dois cartolas alvinegros, assim como Rubão ligados informalmente, nesta gestão Stabile, ao futebol, deixaram as desavenças de lado e passaram a integrar o “exército da salvação”.
No dia 8 de janeiro, Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, tornou-se advogado do cartola.
Pouco depois, em 24 de fevereiro, o Dr. Filipe Papaiordanou — este, de fato, competente —, filho de Fran Papaiordanou, entrou no circuito.
Não o faria, provavelmente, sem a anuência do pai — que era tratado pelo socorrido, até outro dia, pela alcunha “Gerson”, evidentemente não por razões elogiosas.
Se o TJ-SP concordar com o MP-SP, Rubão, caso não consiga levar a ação às instâncias superiores, poderá, após o trânsito em julgado, ser expulso do Corinthians, além de amargar considerável condenação financeira.


