Presidente do Palmeiras teria forçado final do Paulistinha em Barueri

Ontem, o Palmeiras, apesar de não jogar bem, venceu o Novorizontino na primeira partida da final do Paulistinha, conquistando pequena vantagem para o jogo de volta, a ser realizado em Novo Horizonte.
Uma a zero.
Há quem atribua o desempenho ao fato de o jogo não ter sido disputado na Arena do Verdão.
Conselheiros do Palmeiras estão em pé de guerra com Leila Pereira por conta disso.
O gramado do estádio palestrino ficou pronto anteontem e, portanto, estaria em condições de receber a partida, agregando não apenas a questão esportiva — já que os jogadores estão acostumados ao local — como também a financeira, com a óbvia elevação de arrecadação e público.
Nessas condições, jogar em Barueri atenderia apenas aos interesses da Crefisa, dona do campo, que é presidida por Leila.
A presidente, segundo relatos, teria justificado o veto pela necessidade de certificação da FIFA para gramados sintéticos, sob risco de punições ao clube.
Não é verdade.
Essa exigência existe apenas no regulamento da CBF, para competições de âmbito nacional.
Não há, na FPF, nada que obrigue a chancela da FIFA, muito menos previsão de reprimenda pela ausência dessa certificação.
Nesse caso, a decisão de não mandar o jogo em casa teria partido exclusivamente de Leila Pereira, amparada em nada — provavelmente sob interesses, até o momento, não confessados.

Nossa Paulinho totalmente tendenciosa esse postagem, eu entendo seu ponto de vista, e no visão jurídica será que realmente é assim, é que nem inaugurar uma obra sem os devidos certificados, qualquer possível problema e possível acionar na esfera jurídica e pedir indenização, vamos supor que um atleta do novo-horizontino se machuque no gramado ser certificação, aonde isso iria parar, levou isso em consideração?