Onze árbitros erraram na saída de bola de Palmeiras vs. Fluminense

Ontem, de maneira inacreditável, o Palmeiras deu a saída de bola nos dois tempos da partida contra o Fluminense, pelo Brasileirão.
A equipe carioca, desatenta, comeu bola.
Piores do que eles foram os árbitros, obrigados a cumprir as Leis do Jogo.
É, afinal, a única função para a qual são escalados.
Se, no passado, apenas três trabalhavam — árbitro principal e bandeirinhas (hoje assistentes) —, agora são onze pessoas, número que, por óbvio, só se justifica para atender a interesses.
Todos erraram.
Foram eles:
- Felipe Fernandes de Lima, de Minas Gerais, árbitro principal;
- Fernanda Nandrea Gomes Antunes e Felipe Alan Costa de Oliveira, assistentes, ambos também filiados à Federação Mineira de Futebol;
- Luiz Augusto Silveira Tisne, de Santa Catarina, quarto árbitro;
- Rodrigo Martins Cintra, inspetor vinculado à CBF;
- Cleidy Mary dos Santos Nunes Ribeiro, assessor, de Santa Catarina;
- Rafael Traci, comandante do VAR, igualmente de Santa Catarina, auxiliado por Helton Nunes (AVAR) e Heber Roberto Lopes (AVAR2), ambos também catarinenses;
- Anderson Carlos Gonçalves, do Paraná, observador do VAR;
- e o quality manager Walter de Lima Coelho Junior, de São Paulo.
Ninguém percebeu — talvez, principalmente no caso do VAR, prejudicado pelos comes e bebes bancados pelos clubes, que acabam competindo com a atenção devida à partida.
Pior: não há punição prevista na regra para esse erro — se constatado a posteriori.
Se flagrado no ato, seria aplicado cartão amarelo (a critério do árbitro) e o jogo reiniciado com tiro livre indireto contra o infrator.
Uma várzea.

