A festa de Memphis e a nova humilhação do vice-presidente do Corinthians

Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, humilhou-se para comparecer à festa de aniversário de Memphis Depay, mas, ainda assim, foi expulso do evento pelo próprio atleta.

Com um agravante: submeteu a própria esposa, que o acompanhava, à mesma humilhação.

O que passaria pela cabeça desse sujeito?

Este Blog recebeu a informação sobre a movimentação na manhã de ontem, mas ela somente foi publicada, em detalhes — que desconhecíamos — pelo jornalista Tio Sam, ligado à Central do Timão:

“Armando Mendonça perguntou ao próprio Memphis se seria convidado.”

“Memphis disse que não, por não gostar dele.”

“Armando, não contente, insistiu com a organizadora da festa para que incluísse seu nome na lista e foi negado pela segunda vez.”

“Em nova insistência, chegou à festa dando carteirada por ser vice-presidente do clube.”

“Quando Memphis o viu na festa, mandou retirá-lo.”

“Enfim, Armando foi expulso da festa do chefe.”

Após esse detalhamento, confirmamos os relatos com três fontes do clube, todas integrantes da gestão.

Em sendo verdade, Mendonça parece precisar de tratamento psicológico.

No dia a dia, Depay sequer estende a mão quando o vice tenta cumprimentá-lo — fruto, a bem da verdade, da equivocada percepção do holandês de que o vice alvinegro teria repassado a este jornalista seu contrato de trabalho, o que não é verdade.

Anos antes, prejudicou o Corinthians na Copa Libertadores — contribuindo, indiretamente, para a eliminação no torneio — ao adentrar o Pacaembu, munido de decisão judicial, quando a Conmebol havia punido o clube com portões fechados.

Nem é necessário mencionar a presença no pódio da Supercopa, com a cara de pau de colocar medalha no próprio peito, as 40 credenciais distribuídas a amigos que acompanharam a partida, e o episódio dos desvios de uniformes alvinegros — apesar de possuir conta bancária robusta —, pois são fatos que parecem mais fruto de desvio de conduta do que de ordem psicológica.

Triste cenário.

Na curva de rio em que o Corinthians se transformou — onde se encostam desde corruptos até lunáticos —, quase sempre o pior dia é o próximo.

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