Rachid e Armando Mendonça comprovam farra e constrangimento do Corinthians em Brasília

Se alguém ainda tinha dúvida de que a diretoria do Corinthians, apesar da péssima situação financeira do clube, bancou diversos conselheiros e também ajudou as organizadas a se deslocarem para Brasília, a presença do secretário-geral Antonio Rachid — que nada tem a ver com o departamento de futebol — dentro de campo é comprovação inequívoca do ocorrido.

O conselheiro jamais tiraria um real sequer do próprio bolso para acompanhar a equipe, sobretudo arcando com despesas de avião, hotel e afins.

Muita gente no Parque São Jorge — este jornalista incluído, e por diversas vezes — ouviu de Rachid que ele não se importava com o time, apenas com o clube social.

Raramente era visto em estádios de futebol.

Além dele, havia um grande contingente de conselheiros na capital federal, circulando no camarote da presidência, alguns ligados ao CORI, órgão que tem por obrigação fiscalizar as contas da gestão.

Uma farra.

Houve também constrangimento.

Mesmo após ter sido investigado pelo diretor de TI — que continua no cargo —, sob anuência do presidente, e acusado de desviar uniformes do Corinthians, Armando Mendonça, que ostenta o figurativo cargo de vice-presidente (sem qualquer ligação com o futebol) não apenas esteve em todos os ambientes, incomodando jogadores e comissão técnica, como também teve a cara de pau de entrar na fila de recebimento das medalhas e aceitá-la.

Adereço que, provavelmente, será incorporado à sua notória coleção de indumentárias alvinegras.

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