É suspeito o silêncio da Presidente do Palmeiras sobre aliado ligado ao PCC

Não há nada que justifique o silêncio de Leila Pereira, além da falta de iniciativa em resolver o problema, sobre a presença de João Carlos Mansur — investigado sob acusação de lavagem de dinheiro para o PCC e para o Banco Master — entre os integrantes do COF do Palmeiras.
Ela é a principal responsável pela expressiva votação do cofista, a maior da história palestrina.
Leila trabalhou o nome de Mansur para sucedê-la no poder.
São fatos que indicam não apenas grande proximidade pessoal, como também a possibilidade de negócios em conjunto no mercado financeiro — área de atuação de ambos fora do Palmeiras.
Seriam essas as razões do desconforto?
É obrigação da presidente defender os interesses do clube, e não os de um único conselheiro.
O Palmeiras não pode ter no COF um possível representante do crime organizado.
Não fosse a atuação da Polícia Federal, Mansur, com apoio de Leila, provavelmente seria o próximo presidente do clube — o que demonstra a extrema gravidade do problema a ser resolvido.
