REAG/PCC não é obrigada a reparar prejuízo ao Corinthians

Segue a versão corrigida, com linguagem mais clara e firme:
No Informe Anual do Arena Fundo, protocolado em 31 de março de 2025 (referente às contas de 2024), já sob gestão da REAG, consta, no item “Anexos”, um documento denominado “Fatores de Risco”.
No último parágrafo, aparece a prova da completa irresponsabilidade:
“O Fundo não conta com garantias do administrador, do gestor, do coordenador líder, de qualquer mecanismo de seguro ou do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), para redução ou eliminação dos riscos aos quais está sujeito e, consequentemente, aos quais os cotistas também poderão estar sujeitos.”
O Corinthians aprovou esse documento em assembleia.
Na prática, isso significa que o fundo não possui qualquer tipo de garantia.
Ou seja:
– O administrador não garante o dinheiro
– O gestor não garante
– Não existe seguro
– Não há proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos)
Se der problema — como, por exemplo, no investimento de R$ 20,1 milhões feito pelo Arena em fundos da REAG, hoje sob investigação por uso pelo crime organizado — ninguém é obrigado a devolver um centavo.

Confira a íntegra do Informe Anual do Arena Fundo FII, protocolado em 31/03/2025, referente ao exercício 2024
Informe Anual – arena Fundo – 2025 (sobre exercício 2024)
Ao clicar no item Riscos, surge o documento ‘Fatores de Risco’:
Fatores de Risco do Arena Fundo
