Burrice de Neymar parece crônica

Em meio ao show do cantor Thiaguinho, o ex-jogador em atividade Neymar achou por bem pressionar publicamente o treinador da Seleção Brasileira, que não o convocou desde que assumiu o cargo:
“Vamos fazer o impossível para trazer a Copa para o Brasil. O possível e o impossível. Em julho, vocês podem me cobrar. Alô, Ancelotti, ajuda nós!”
Se havia alguma antipatia, por óbvio, ela se acentuou.
Há dúvidas se Ancelotti, mesmo que Neymar esteja em plenas condições físicas, arriscaria levá-lo.
A tendência seria utilizá-lo no banco de reservas — cenário que, inevitavelmente, geraria turbulência nos bastidores.
Para piorar, o próprio jogador não se ajuda.
A burrice parece crônica, e aparentemente estimulada para torná-lo refém — no sentido de produto — do próprio pai.
