Se a diretoria do Flamengo fosse decente Bruno Henrique seria demitido

Ninguém é bobo: todos sabem as razões que levaram o STJD a facilitar a vida de Bruno Henrique no caso em que, comprovadamente, o atleta ‘cavou’ cartão amarelo para beneficiar apostadores esportivos.

Talvez as mesmas razões que levaram, nesta semana, o ministro Gilmar Mendes a votar, no STF, pela descriminalização da prática.

Felizmente, ainda existem juízes no DF.

A Terceira Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) acolheu o recurso do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), contra Bruno Henrique.

Agora, o atacante do Flamengo tornou-se réu por estelionato.

O recurso foi aprovado por unanimidade nesta quinta-feira.

Wander Nunes Pinto Júnior, irmão de BH, a cunhada Ludymilla Araújo e Lima, além de outras seis pessoas, também se tornaram réus pelo mesmo motivo.

Se o Flamengo tivesse uma diretoria decente, o contrato do atleta já teria sido rompido.

Ou será que, se o presidente do clube fosse indiciado por estelionato — com o agravante sabido — permaneceria no cargo com a complacência dos conselheiros?

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