Stabile acabará com a feira de votos em PSJ ou só com o futsal do Corinthians?

Osmar Stabile anunciou, em reunião do CORI, que, diante da caótica situação financeira do Corinthians, pretende extinguir o time profissional de futsal do clube, mantendo apenas as categorias de base.
A medida dói no coração alvinegro, dada a tradição da modalidade em Parque São Jorge, mas seria — desde que não definitiva — tecnicamente coerente.
No atual cenário, não há margem para manter modalidades deficitárias que não se sustentem financeiramente.
Em período de ajuste, o clube deveria priorizar o futebol profissional masculino e feminino, suas categorias de formação, e os esportes olímpicos que, embora eventualmente não cubram integralmente os custos, compensam com projeção institucional em eventos e emissoras relevantes.
Feita essa ponderação, é preciso observar o contraponto.
Antes de encerrar o futsal profissional, Stabile tem a obrigação de fechar outras torneiras, muito menos relevantes esportivamente, porém historicamente custosas e utilizadas como currais eleitorais.
Bocha, peteca, tamboréu, entre outras.
Mas, principalmente, o chamado Canindé — o futebol associativo — um antro de negociações espúrias, ocupando enorme espaço físico que impede o desenvolvimento estrutural do clube.
Seja pela ausência de arrecadação minimamente significativa, pelas “bocas livres” e compra de votos internas, ou pela impossibilidade de transformar a área em setores que poderiam gerar receita, esse núcleo é, há décadas, um peso morto para o Corinthians.
É possível, inclusive, que o corte desses ralos possibilite salvar o futsal.
Existem também os bailes deficitários, em que os convites gratuitos circulam mais do que os ingressos vendidos.
Stabile teria coragem de fazer aquilo que ele próprio sabe ser o correto?
Pouco provável.
Sobretudo em ano eleitoral, no qual está em plena campanha.
Há menos votos a conquistar — ou comprar — no futsal.
No restante, a vagabundagem, além de numerosa, é barata para quem busca apoio, embora caríssima para o Corinthians.

Ele é vergonhoso.
Deveria diminuir prejuízo dentro do Parque São Jorge explicando (e mudando) o porque não se cortou assessores demasiados do Augusto? E pior, ao invés disso colocou inclusive a cambista – que mantinha inúmeros conselheiros repassando gratuidade e levava trupe todos os jogos e hoje, retornou, como assessora bem como outros que só gostam do Corinthians pelos ingressos gratuitos.
Tirar funcionários, parentes e conhecidos que chegaram ganhando bem mais q a maior folha do futsal.
Mas aquilo vai vir o Master feminino ( Grande bosta) pra justificar o corte de gasto- gastando.
Deveria explicar porque diretor tá sendo investigado internamente por desvios e nada está evoluindo.
Deveria explicar como o clube contendo despesas libera camarote a rodo.
A luz no fim do túnel para o futsal é que esse senhor caduco esqueça das promessas de ata assim como fez pós eleição indireta depois de ter prometido o terrestre para 5 chapas