Erramos com Vini Junior

Sensibilizados com os ataques covardes e racistas sofridos por Vini Júnior na Europa, tratamos sua reação — corajosa — diante dos agressores como um termômetro capaz de dissociá-lo do comportamento padrão de outros jogadores de futebol.

Erramos.

Tratou-se de um episódio isolado que, ao que tudo indica, só ganhou força porque, pessoalmente, o contestador se sentiu atingido.

Vini se moveria da mesma forma se o agredido fosse outro?

Há manifestações dele nesse sentido, mas todas posteriores à agressão que sofreu.

No mais, não há diferença entre Vinicius e a maioria de seus companheiros de profissão — excetuando-se poucos, que não preencheriam, se listados, os dedos de uma mão.

O jogador faz merchan de bets, ciente de que empurra os que o idolatram — sobretudo os mais humildes — para o buraco; não se engaja em lutas sociais importantes e desrespeita treinador, como ocorreu ontem, de maneira explícita, durante Real Madrid x Barcelona.

Faz algumas semanas, passou a ser mais notado fora de campo do que dentro.

É mais do mesmo.

Jogando futebol é diferente, mas não é Pelé, Messi ou Cristiano Ronaldo — como parece acreditar ser, a julgar por participações ruins e raramente decisivas com a camisa da Seleção Brasileira.

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2 Comentários

  1. Na minha opinião não é o craque que muitos acham. Não amarraria as chuteiras de Rivelino, Dirceu Lopes, Paulo César Caju, Edu( ex-ponta esquerda do Santos). Cabecinha pequena; causas sociais só para dar satisfação a sociedade, pois seu coração é estéril de emoções.

  2. Esse blog só sabe jogar Merda no ventilador e não aprofunda nada do que pública
    Está mais para fuxico

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