Justiça nega ‘pobreza’ de Vitor Pereira que precisará pagar advogados do Corinthians

Recentemente, o treinador Vitor Pereira ingressou com ação contra o Corinthians requerendo R$ 7,5 milhões em indenizações.

A Justiça do Trabalho negou o pedido, sob o argumento de que o foro competente seria a FIFA e o CAS.

Pereira foi condenado a pagar R$ 378,9 mil aos advogados do clube.

Indignado, recorreu da decisão solicitando a concessão da justiça gratuita.

Mais uma vez se deu mal:

“(…) o autor não preenche nenhum dos requisitos previstos no art. 790, §§ 3º e 4º, da CLT, bem como no art. 99, § 3º, do CPC, por ser de conhecimento público que o recorrente permaneceu empregado na elite do futebol mundial após o ajuizamento da ação, em contratações milionárias, o que extrapola em muito o limite de 40% do teto do FGTS.”

“Ainda, foi destacado no v. acórdão que não consta dos autos declaração de hipossuficiência firmada pelo autor.”

Em outras palavras, embora tenha se declarado pobre, VP não apresentou qualquer documentação comprobatória — entre elas o chamado “atestado de pobreza”, o que seria, convenhamos, enorme cara de pau.

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