Fernando Diniz é caso perdido

Ontem, mais uma vez, ficou evidente que Fernando Diniz é incapaz de evoluir na profissão de treinador de futebol, preso a ideias que, salvo raros momentos de brilho, já se mostraram ineficazes.
Mas o assunto desta postagem é outro.
Psicólogo de formação, Diniz já deveria ter percebido, há algum tempo, a necessidade de buscar ajuda com um profissional de sua própria área.
Ainda assim, não seria fácil encontrar solução.
O problema do treinador parece combinar a incapacidade de reagir em momentos de dificuldade com a absoluta falta de educação.
Ao caso “Tchê-Tchê” — o mais conhecido dos atletas destratados por ele — soma-se agora o episódio envolvendo Rayan, humilhado publicamente com direito a dedo em riste do agressor em posição de comando.
Ok, Freud talvez explique.
Mas há situações em que apenas a demissão por justa causa — que o Vasco não terá coragem de aplicar — ou uma ação de assédio moral movida pelo oprimido, com o consequente prejuízo financeiro ao opressor, podem modificar o comportamento do incorrigível.
