O GAP de Citadini no Corinthians

Ontem, em desempenho pragmático — no qual buscou não desagradar seus eleitores, os conselheiros do clube —, Roque Citadini concedeu entrevistas tratando de sua candidatura à presidência do Corinthians.

Três foram as informações mais relevantes, pinçadas entre o que insinuou, mas não revelou por completo:

  • Fabinho Soldado será demitido; em seu lugar, contratará um Executivo de Futebol — tudo indica, um ex-jogador do Corinthians;

  • Haverá cortes de gastos e também de privilégios;

  • Todas as despesas do Corinthians deverão, obrigatoriamente, ser aprovadas por um Comitê de Gestão (do qual não fará parte) — espécie de “grupo de apoio ao presidente”.

O GAP — que, segundo o entrevistado, será formado por três ou quatro pessoas — talvez seja a mudança mais significativa entre as apresentadas.

Por meio dele, extinguir-se-ia qualquer possibilidade, como ocorreu no passado, de um diretor — ou até mesmo do próprio mandatário — tentar fazer uso indevido do dinheiro da agremiação.

Resta saber – e não foi revelado no bate-papo – o critério de escolha destes membros.

Houve ainda tempo para desmentir fake news, como as que afirmavam que André Negão seria seu diretor de futebol, que não poderia assumir a presidência do clube por ser servido público (está aposentado desde o dia 15) ou que estaria sendo comandado pelo grupo Renovação e Transparência — de quem sempre foi opositor.

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