Os gatos pingados de Augusto Melo

Neste final de semana, como se comemorasse a derrota do Corinthians para o São Paulo, Augusto Melo promoveu uma boca-livre no departamento de bocha, no Parque São Jorge.
Noutros tempos, haveria gente saindo pelo ladrão.
Hoje em dia, a presença de público chega a ser deprimente.
Um ou dois esfomeados, alguns pegando trocados, e outros — como o conselheiro Roberto William Miguel — segurando-se na única corda que poderá livrá-lo da expulsão do quadro de associados.
Triste fim para eles, na política do clube.
Porque, na esfera policial e judicial, o problema está apenas começando.

