Presidente (afastado) do Corinthians começa a jogar comparsas ao mar

Na Reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians, o advogado de Augusto Melo, em defesa do cliente, alegou que os furtos e demais operações criminosas ocorridos contra o caixa alvinegro no ‘caso Vai de Bet’ seriam fruto de ações de subalternos da diretoria, sem conhecimento do presidente.
Marcelo Mariano e Sérgio Moura, também acusados, foram jogados ao mar.
A defesa deverá ser repetida na justiça.
O ato de covardia, repudiado em ambiente da criminalidade, está gravado e poderá constar na ata da reunião do Conselho.
Espécie de deduragem seletiva – aos menos perigosos.
Os demais, por enquanto, foram poupados.
Resta saber se Marcelinho e Moura – caso não estejam combinados para assumirem a culpa – permanecerão calados diante do ato de aparente pilantragem.
