Leila Pereira faz de tudo para ser presidente da CBF

Até então bancando Ednaldo Rodrigues, com quem, segundo fonte, possuiria acordo de apoio à candidatura à presidência da CBF – assim que deixasse o Palmeiras, Leila Pereira viu anos de bajulação jogados fora com o afastamento do parceiro.
Sem alternativa, ligou-se ao poderoso de plantão.
Para agradar o Ministro Gilmar Mendes, que poderia controlá-la não apenas pelos objetivos de cartola, mas também pelas dezenas de ações da CREFISA que tramitam no STF, Leila apoiou o preposto eleito.
No intuito de justificar, publicamente, a escolha, a presidente do Palmeiras se expõe ao ridículo.
As declarações de que votou em Samir Xaud, a quem sequer conhecia, por acreditar tratar-se de possibilidade de renovação na CBF vão de encontro com a verdade.
Basta ver os ‘novos’ vices da Casa Bandida e o CEO, de sobrenome historicamente nocivo ao futebol e ao judiciário.
Diferentemente do dominável Ednaldo, os gestores atuais da Casa Bandida possuem relacionamentos mais profundos com o poder, o que tornará o desejo de Leila mais caro, em diversos sentidos, de ser atingido.

Em relação aos pilantras que estão aí, prefiro ela. Ela dirige com mão de ferro o Palmeiras.