Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

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Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do  Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

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apito limpo

“Assuma os seus erros da mesma forma que você exibe as suas qualidades”

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Oitava Rodada da Série A do Brasileirão 2025 – Sábado 10/05

Mirassol 2 x 1 Corinthians

Árbitro: Joao Vitor Gobi (SP)

VAR

Marcio Henrique de Gois (SP)

Item Técnico

1º – No ato, aos 27 minutos da primeira etapa, mesmo bem colocado, arbitro entendeu não ter sido penalidade máxima favorável aos corintianos, no momento que a redonda mudou de trajetória ao bater no braço direito bem estendido do defensor João Victor Carroll, camisa 34

VAR

Sugeriu ida ao monitor, chegando, viu, reviu, voltando: assinalou corretamente a marca da cal

Penalidade

Cobrada por Memphis Depay, de “Cavadinha”, proporcionando difícil e bela defesa do goleiro Walter, por muitos anos integrou o plantel alvinegro, espalmando a redonda para linha de fundo.

02 – Foi legal o tento alvinegro consignado pelo corintiano Cacá, no sétimo minuto da prorrogação do tempo da primeira etapa

3º – VAR acertou, solicitando ao árbitro rever a disputa entre dois corintiano com oponente Matheus, camisa 18, sendo favorecido pelo toque da bola no seu braço esquerdo, levado vantagem, tocando pro fundo da rede

Ressalto

Pouco distante, com visão encoberta, de pronto: árbitro na marcou, pós ida ao monitor, corrigiu, apontando a infração.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para integrantes do Mirassol, dentre estes, técnico Rafael Silva Guanaes e 06 para integrantes do Corinthians, incluso: técnico Dorival Junior

Flamengo 1 x 0 Bahia

Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)

VAR

Rafael Traci (SC)

Item Técnico

1º – Assistente 02: Tiago Augusto Kappes Diel (RS), cumpriu sua missão  ao apontar a posição de impedimento do atacante flamenguista Luiz Araújo, camisa 07,  ao finalizar a redonda no fundo da rede.

2º – No quadragésimo minuto da etapa final, Gerson meio campista rubro-negro, cometeu maldosa falta no oponente Erick Pulga, de imediato Daronco advertiu com cartão amarelo.

Respeitando

Rogo do VAR, Anderson Daronco se pôs à frente do monitor, revendo o fato; voltando ao campo do jogo, retirou o amarelo, exibindo corretamente, cartão vermelho.

3º –   ataque flamenguista no segundo minuto da prorrogação da segunda etapa, bola rasteira dentro da área oponente, sendo disputa pelo goleiro, parceiro e oponente; no concluso flamenguista pediram pênalti, dizendo ‘mão na bola’ do defensor dos visitantes

Convidado pelo VAR

Daronco reviu o episódio no monitor, voltando, corretamente, decidiu: Não existiu alegada penalidade máxima.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para Ramos Mingo, camisa 21, defensor do Bahia

Vermelho: Direto para Gerson, camisa 8 do Flamengo

Domingo 11/05 – Palmeiras 1 x 0 São Paulo

Árbitro: Rafael Rodrigo Klein (FIFA-RS)

VAR

Ilbert Estevam da Silva (SP)

Item Técnico

A distância VAR depois de traçar linhas, confirmou a legalidade do gol da vitória alviverde marcado por Vitor Roque.

No todo

Árbitro e assistentes não influíram no resultado; entretanto, no transcorrer da refrega, árbitro anuiu reclamações dos contendores, que não portavam a braçadeira de capitães.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para Alviverdes, dentre estes, como sempre:  o indisciplinadíssimo técnico Abel Ferreira e 02 para Tricolores

Vermelho direto: ao técnico palmeirense Abel Ferreira por ter dito   ao Quarto Árbitro: Lucas Canetto Bellote (SP) “puta que o pariu, isso é uma vergonha”, referindo-se ao cartão amarelo que o árbitro lhe deu

Vermelho direto: para Maximiliano Pablo Cuberas assistente técnico são-paulino por ter dado socos no ar contestando determinações do árbitro; conforme notícia do assistente 01: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (FIFA-RJ)

Botafogo-RJ 4 x 0 Internacional

Árbitro: Matheus Delgado Candançan (FIFA-SP)

VAR

Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira (FIFA-MG)

Item Técnico

Desempenho aceitável da principal representantes das leis do jogo, idem: seus assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para Ronaldo camisa 16 do colorado

Segunda Feira 12/05 – Santos 0 x 0 Ceará

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG)

VAR

Paulo Renato Moreira da Silva Coelho (RJ)

Item Técnico

Ataque santista ao sexto minuto da prorrogação na segunda etapa, próximo a entrada da área grande, bola disputada com os pés pelo atacante santista Deivid Washington camisa 36 e oponente Willian Machado camisa 23;

Depressa

Felipe Fernandes de Lima, tirou o vermelho do bolso expulsado do defensor cearense

Auscultando

Pedido do VAR, ficou de frente para o monitor, viu, revisou, voltando pro campo, retirou o vermelho, falta batida e jogo seguiu.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para o santista camisa 08: Tomás Rincón – 02 aos cearenses: Fernando camisa 88 e Mugni camisa 10

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Coluna em Vídeo

Problemas técnicos impediram a gravação da versão em vídeo da Coluna, que retornará. normalmente, na próxima semana.

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Política

O estranho ‘sumiço’ da Cracolândia

O ‘fluxo’ desapareceu. Mas não há razões para crer que o problema esteja resolvido

A Cracolândia, ora vejam, teria “sumido”. Ao menos na Rua dos Protestantes, no centro de São Paulo. Nos últimos dias, a via tem permanecido sem a presença dos dependentes químicos que antes consumiam drogas e praticavam assaltos abertamente nas adjacências, dia e noite.

À primeira vista, o alívio de moradores e comerciantes da região, obviamente, enseja uma comedida celebração. Afinal, há mais de 30 anos a metrópole exige uma solução definitiva para uma tragédia nas áreas de saúde e segurança pública do Estado mais rico da Federação. Mas as estranhas circunstâncias desse aparente “sumiço” da Cracolândia impõem cautela.

Há alguns anos, o chamado “fluxo” chegou a reunir cerca de 2 mil dependentes químicos, que vagavam pelo centro da capital paulista expondo toda a sua miséria física e psíquica. Até a semana passada, cerca de 200 usuários ainda podiam ser vistos por lá. Desde o dia 10, porém, esse número passou a cair, fato que despertou estranhamento na população, além de um justificado receio de que o horror conhecido por todos volte a assombrar a região central também de uma hora para outra.

Se os moradores e comerciantes antes diretamente afetados pela presença da Cracolândia não conseguiram explicar o que aconteceu, tampouco o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que demonstrou surpresa ao tomar conhecimento de um episódio que, segundo ele, ainda está “tentando entender”. Já o vice-prefeito, Ricardo Mello Araújo (PL), atribuiu a aparente paz na região à retirada de mais de 120 usuários de drogas das ruas, de forma voluntária, em operações realizadas há alguns dias.

Essa confusão discursiva do primeiro escalão da administração municipal ilustra um quadro mais amplo de aparente descontrole do poder público sobre o que acontece no coração da cidade de São Paulo, que há tempo demasiado vive à mercê da atuação de traficantes de drogas ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Registre-se que a Polícia Civil, a Polícia Militar e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) têm agido para estrangular a entrada de drogas na região da Cracolândia. Forças a serviço da lei e da Constituição, vale lembrar, também atuam contra supostas milícias que, segundo o MP-SP, teriam sido formadas por guardas municipais que, em associação com o crime organizado, mantêm aberta a chaga da Cracolândia. Some-se a isso a operação policial que foi deflagrada há poucos dias na Favela do Moinho, um “entreposto” do PCC no centro, segundo as autoridades, para coibir o tráfico – além de remover parte dos moradores a fim de, alegadamente, transformar o terreno num parque.

O busílis é que, até agora, nenhuma autoridade esclareceu, com dados acima de qualquer suspeita, como se deu o “sumiço” da Cracolândia. Resultou de políticas públicas ou pode ter sido determinado pelo PCC, em nome dos interesses criminosos da facção? O fato é que não é razoável assumir, com base no que se sabe até o momento, que essa tranquilidade será duradoura.

A rigor, a Cracolândia não desapareceu. Se tanto, apenas se dispersou. Fingir o contrário é tergiversar sobre uma mazela social que clama, há décadas, por respostas sérias e duradouras do Estado.

Opinião do Estadão publicado dia 16/07/2025

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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro. 

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Finalizando

“Estou dispensando pessoas sem opinião, sem caráter, sem comprometimento; enfim dispenso todas as pessoas que não me tenham algo a acrescentar”

Brocardo de: Breno Botti

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SP- 17/05//2025

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