Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“Chega de conviver e aplaudir a escancarada putrefação existente na administração da CBF, federações, clubes e entidades colaterais”
Brocardo de: Euclydes Zamperetti Fiori
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José de Assis Aragão e Reinaldo Carneiro Bastos presidente da FPF
A continuação de José de Assis Aragão (vulgo Aradrão) claro e condenado roubador do caixa da capital do estado de São Paulo, de ter traído os associados do Safesp granjeando lucro intensivo no superfaturamento quando comprou o imóvel que abriga a sede da entidade
É
Apoiada por omissão ou rabo preso: pelo vice-presidente, diretores, conselheiros, e associados amadores, idem, inscritos no quadro da FPF, que, por exigência, para evitar problemas com a justiça do trabalho, efetivaram registro MEI- Microempreendedor Individual, de conformidade com a Lei Complementar 123 de 14 de Dezembro de 2006
Na prática
Entendo que a FPF mantém o controle efetivo sobre seus árbitros, seja o fator preponderante no atalhar possíveis contrariedades da permanência do famigerado Aradrão na presidência do sindicato.
Concluo
Está faltando um Zamperetti Fiori para trombar com os subservientes que mantem Aradrão na presidência do Safesp.
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Série A do Paulistão 2025 – 4ª Rodada – Sábado 25/01
Velo Clube 2 x 1 Santos – Zapping TV
Árbitro: Edina Alves Batista (FIFA)
VAR
Jose Claudio Rocha Filho
Item Técnico
Desempenho lógico da árbitra e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para defensores do Galo Vermelho
Palmeiras 1 x 2 Novorizontino – TV TNT
Árbitro: Lucas Canetto Bellote
VAR
Luiz Flavio de Oliveira
Item Técnico
A segunda etapa iniciou com placar 1×0 favorável a equipe alviverde; por volta do 12º segundo minuto, Allan defensor palmeirense dentro de sua área, cometeu falta no oponente Patrick
Imediata
E corretamente, Lucas Canetto Bellote sinalizou a marca da cal
Penalidade
Batida por Pablo Dyego, empatando em 1×1, sendo que o tento da vitória da equipe visitante foi consignado em lance normal.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para Alviverde e Tigre do Vale
Domingo 26/01 – São Paulo 3 x 1 Corinthians – CAZÉ TV
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA)
VAR
Thiago Duarte Peixoto
Item Técnico
Campo encharcado, fez com que o árbitro ficasse ligadíssimo, olhos atentos, em cima dos fatos, conseguindo concretizar satisfatoriamente sua função, contando com o apoio correto de seus assistentes.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para Tricolores e 03 para Alvinegros
5ª Rodada – Terça Feira 28/01 – Grêmio Novorizontino 1 x 1 Velo Clube – TV TNT
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo
VAR
Douglas Marques das Flores
Item Técnico
Performance normal do árbitro e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Tigre do Vale e 02 para Galos Vermelho
Vinicius Gonçalves Dias Araujo: Cumpriu o determinado nas leis do jogo, por ter presentado corretamente o cartão amarelo ao camisa 18 da equipe mandante, por volta do 1min e 57s do início da refrega
Quarta Feira 29/01 – Ponte Preta 0 x 1 Corinthians – TV TNT
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira
VAR
Marcio Henrique de Gois
Item Técnico
Sem problemas
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor da Macaca e 04 para defensores do Timão; dentre os quais o técnico – Ramon Emiliano Diaz
Vermelho: depois do segundo e correto amarelo direcionado para José Martinez, defensor corintiano.
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Coluna em Vídeo
A versão em vídeo da coluna retornará na próxima semana
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Política
Estupro é recorde na SP bolsonarista enquanto a BA petista ainda mata mais

Quem disse que tudo é polarização na disputa entre bolsonaristas e petistas? Em termos de política de segurança pública (ou da falta dela), estatísticas de estados governados pelos dois grupos mostram que não é preciso brigar: tem vergonha para todo mundo.
São Paulo, governado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), bateu seu recorde em registros de estupros em 2024, com 14.579 casos, segundo a Secretaria de Segurança Pública. Feminicídios também alcançaram a maior marca da série histórica, com 253 mortes – uma alta de 14% diante de 2023
Enquanto isso, na Bahia, governada por Jerônimo Rodrigues (PT), registros do Ministério da Justiça e Segurança Pública mostram que o Estado ultrapassou 1.557 mortes por intervenção policial de janeiro a novembro de 2024. O número é menor que os 1.702 de 2023, mas 1) os dados ainda estão passando por atualização e, mesmo assim, 2) ele já é mais que o dobro do montante de São Paulo: 749.
Isso, por outro lado, também não é boa notícia para o governo paulista uma vez que isso representa um aumento de quase 49% no total parcial de mortes pelas mãos da polícia em relação ao 2023.
Contagem de cadáveres não são indicador de eficácia, mas da incompetência de um sistema de segurança pública por não conseguir usar inteligência a fim de prevenir crimes. O recado passado pela Bahia e por São Paulo é de um tudo-pode que coloca a letalidade policial como centro da política pública.
Ambos os estados já perceberam que estão perdendo o controle de suas tropas com os morticínios em curso. A questão é saber se os governantes vão querer pagar o eventual custo eleitoral da mudança no modelo de enfrentamento do crime.
Não há pena de morte no Brasil, mas temos policiais que abraçam a função de promotor, juiz e carrasco. Diante de um sistema com baixo índice de resolução de crimes, casos de execução são vistos como uma forma de vingança aceita pela população. Há um naco que aplaude em público toda vez que um preto pobre se transforma em culpado pelas balas de um policial mal treinado, mal remunerado, mal instruído ou mal-intencionado.
E enquanto policiais matam crianças pequenas em operações na periferia, jovens são jogados da ponte e estudantes de medicina morrem executados à queima-roupa, facções criminosas se infiltram no poder público. Elas já estão na lavagem de dinheiro através de companhias de ônibus, nos acordos de máfias de perueiros, em licitações fraudulentas que sangram os cofres públicos, em parcerias entre guardas e policiais e o crime, na contenção violenta a movimentos sociais, na grana derramada para eleger ou reeleger parças.
O aumento no número de estupros de feminicídios também é tristemente esperado quando vozes se levantam para criticar mulheres que exigem o direito de não serem estupradas nem mortas abafando as outras vozes que criticam o sistema que permite que mulheres sejam estupradas e mortas. É bizarro, mas por aqui o feminismo promove mais revolta do que o feminicídio.
Leonardo Sakamoto: Colunista do UOL publicado no dia 31/01/2025 às 18h54
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“O estuprador é um verme tão repugnante, que só a sua existência já é uma ofensa a qualquer ser humano”
Marcelo Figueiredo: Pensador
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-01/02/2025
