João Fonseca, Guga e Neymar

O menino João Fonseca encantou o mundo ao vencer, com apenas 18 anos de idade, na sua primeira partida em chave principal de grand slam, ao russo Andrey Rublev, nono colocado no ranking mundial.
Três a zero que entrarão para a história do Aberto da Austrália.
Ainda não é possível prever que limites o brasileiro ultrapassará na carreira, embora, por ora, suas atuações sejam promissoras.
Em meio à glória, existe a preocupação com o comportamento pessoal que, se não administrado, poderia impactar no rendimento profissional.
Exemplos é o que não faltam por aí.
Fonseca declarou ser fã de Guga e Roger Federer.
Tomara siga essa linha.
Após a partida histórica, Neymar, em lance de aproximação, twittou apoio ao brasileiro.
É o tipo de companhia que Fonseca precisa evitar.
As tentações, ofertadas por um talento que, pela adesão à esbórnia, além de péssimo aconselhamento familiar, está por encerrar a carreira muito menor do que prometia ser, são várias.
De família milionária, talvez seja mais fácil ao jovem tenista recusa-las.
É o que se espera.
Para o bem de Fonseca, a quem o Brasil deseja que atinja o ápice de suas possibilidades, exatamente o oposto do que ocorreu com Neymar, que, na carreira, ficou aquém do que sugeriam suas qualidades.
