O caos financeiro do Corinthians e o escândalo das categorias de base

No início da gestão Augusto Melo, o Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou previsão orçamentária indicando superavit de R$ 17,5 milhões.
O resultado real foi bem diferente.
R$ 237 milhões de Déficit, com aumento da dívida em mais de R$ 300 milhões.
As irresponsabilidades no departamento de futebol profissional, amplamente divulgadas, são o carro chefe do caos financeiro, interligadas com as 57 contratações de jogadores para as categorias de base, que, segundo o documento que será apresentado ao Conselho na próxima semana, elevaram os gastos, somente neste setor, para R$ 140 milhões.
A dívida total do Corinthians após o primeiro ano de Augusto Melo é de, por enquanto, R$ 2,4 bilhões.
Todo esse gasto sem que houvesse contrapartida esportiva.
O clube terminou mais um ano na fila no futebol e observa, a olhos nus, a ampliação do balcão de negócios da base.
Diante do relatório exposto pelo CORI, que resultou em novo pedido de impeachment ao Presidente, não é difícil acreditar que números tão ruins possam estar ainda carregados de maquiagem.
Na diretoria de Augusto Melo há um especialista em mentir na contabilidade.
O ‘erro’ de cálculo da previsão orçamentária, entre resultado orçado e o efetivamente realizado, é de expressivos R$ 254,5 milhões, suficiente para reprovação das contas – que resultaria num terceiro pedido de impeachment – além de descrédito do comprometimento para 2025 (prometidos R$ 34 milhões de superavit).

Ridícula essa matéria com base sem fundamentos. E além do mais o clube é do povo e não do conselho. Lembrem-se disso!