Negociações de patrocínio do Palmeiras mostram que é possível viver sem as Bets

Informações de bastidores dão conta de que o Palmeiras negocia com três empresas para o patrocínio master do futebol profissional.

O clube quer receber R$ 150 milhões anuais.

A disputa estaria entre Emirates, BYD e Pic Pay.

Seria surpreendente se a primeira ganhasse, levando-se em consideração a pouca penetração da marca no mercado brasileiro.

Das outras duas, a Pic Pay, dos irmão Batista, parece mais provável.

Seja qual for a vencedora, dois fatos importantíssimos advém destas tratativas.

Ao escantear, como ocorrido no início de agosto, a proposta de uma ‘BET (sequer foi respondida), o Palmeiras valorizou sua marca e expôs ao mercado que há vida – como sempre houve – sem associação com possíveis fontes de lavagem de dinheiro.

É também animador o fato de Crefisa e FAM não patrocinarem mais o Verdão.

Tomara Leila Pereira não cometa a bobagem de cobrir as ofertas.

Evita-se a sequência do óbvio conflito de interesses e demonstra a todos que o Palmeiras pode sobreviver pelas próprias pernas, sem a necessidade de mecenato ou de ajoelhar-se ao crime organizado.

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