O COB e as intenções de Paulo Wanderley

Há grande insatisfação, na maioria dos atletas e em suas entidades representativas, com a candidatura de Paulo Wanderley à presidência do COB.
Sem entrar no mérito das gestões anteriores, a revolta se dá pela deliberada tentativa de um terceiro mandato.
A Lei veda a possibilidade.
Alheio a ela, Wanderley, mesmo sabendo da má-repercussão, mantém-se na disputa, busca apoio de reprováveis, como o Ministro Fufuca, dos Esportes, evidenciando a má-intenção.
Por que?
Deve haver estímulos ainda não devidamente apurados que levam um sujeito, que já exerceu dois mandatos, a brigar com quase toda a coletividade olímpica para se perpetuar num cargo que deveria, democraticamente, ser ocupado por outro.
Talvez até apoiado por ele.
A iniciativa não cheira bem, divide uma comunidade que deveria trabalhar em conjunto e tende a piorar – agora sim tratando da gestão – o desempenho do país nas próximas olimpíadas.
