John Textor seria o ‘ator de negócios’ do Botafogo/RJ?

Durante anos, muita gente acreditou, inclusive parte da mídia, que o iraniano Kia Joorabchian era um dos bilionários que aportou dinheiro na malfadada experiência do Corinthians com a MSI.

Nunca foi.

Kia era mero intermediário de um esquema maior, que apontava para a ‘lavagem de dinheiro’ de oligarcas russos.

Ainda hoje, apesar da fama, o iraniano segue transacionando dinheiro de terceiros, entre os quais Pini Zahavi, milionário agente israelense que atua no futebol europeu.

Nos EUA, por conta desta atuação, e da lábia, Kia era tratado como ‘ator de negócios’.

Ontem, ótima reportagem da ICL (trata-se apenas da primeira parte), assinada por Lucio de Castro, desvendou segredos de John Textor, que seria o proprietário do Botafogo/RJ e de outros clubes pelo planeta.

Confira, na íntegra:

Os segredos de Textor: o lado B do milionário americano que comprou o Botafogo

Através dela, é possível entender que o americano poderia ser uma espécie de Kia.

Textor, assim como o iraniano, movimentou recursos de terceiros, entre os quais chefões russos, utilizando-os no esporte e também em setores do entretenimento.

Boa parte dos empreendimentos faliram.

O Botafogo, segundo a reportagem, foi utilizado como meio para o empresário americano embolsar empréstimo de R$ 340 milhões.

Enquanto isso, o clube tem gastado em contratações muito mais do que arrecada.

O sucesso no campo, porém, tende a encobrir possíveis malfeitos.

Pelo menos até o estouro da bolha.

É certo que Textor não é quem dizia ser, nem possui os princípios morais e éticos que divulgava.

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