De protesto combinado à palestra com jogadores: Gaviões ajudam a afundar o Corinthians

Ontem, enquanto Augusto Melo gastava parte do dinheiro amealhado no período de Corinthians em Campos do Jordão, o novo treinador Ramon Diaz e os jogadores treinavam para tentar salvar o clube do rebaixamento.
Antes disso, porém, foram intimidados.
A nova diretoria dos Gaviões da Fiel, aliada do presidente alvinegro, se achou no direito – sem oposição de CEOs, formal e informal – de palestrar as besteiras de sempre sob olhares atônitos dos que tentavam trabalhar.
Trata-se de mais uma promessa de Augusto Melo, a de que a ‘torcida’ nunca se reuniria com jogadores, descumprida.
Diaz nem bem chegou e precisou aturar, fingindo que estava gostando, essa espécie de co-gestão que, pouco antes, foi recebida por Vinicius Cascone – o ‘limpa sujeira’ de Augusto, para se meter, também, na questão financeira do estádio.
Os Gaviões, literalmente, vendem lealdade e sobrevivem da falsa premissa da representatividade, que não possuem, dos desejos de milhões de corinthianos.
Assim como o presidente do Corinthians, mentem, manipulam e embolsam.
A ‘Vai de Bet’, por exemplo, entrou no caixa de todos.
Outro exemplo claro de enganação ocorreu, há algumas semanas, no protesto de torcedores às portas do clube.
Enquanto os inocente urravam gritos de guerra, a diretoria dos Gaviões, às portas fechadas, se reunia com a corte alvinegra, em ação combinada, previamente, para que os ânimos dos exaltados, que queriam protestar, fossem satisfeitos.
Era indignação fake.
A relação das cúpulas da ‘organizada’ e do clube, apesar do time na zona de rebaixamento e dos indícios de roubo nos cofres alvinegros, segue em céu de brigadeiro.
Enquanto isso, a Vai de Bet, que avalizou a presença de um intermediário que não intermediou no contrato com o Timão, permanece parceira dos mercenários das arquibancadas.

A turma do joga ‘por amor’ ou ‘por terror’ só entra em campo por dinheiro.
Hipocrisia pura, além de muita esperteza.
O dirigentes dos Gaviões, em promiscuidade explícita com os cartolas do Corinthians, estão, para satisfação de seus desejos pessoais, afundando o Timão.
Jogam, todos, de bandidos.
Somente quando não houver mais saída, os ‘organizados’, como historicamente ocorre, romperão com o cartola da vez para apoiar outras possibilidades de malandragens.
Urge no Corinthians o surgimento de um Presidente que, com coragem, possa romper com o ciclo de parasitismo.
