Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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Brocardo para meditação do vice-presidente, ex-presidentes, secretario, diretores, conselheiros, associados e não associados do

“Não é a ocasião que faz o ladrão, dizia ele a alguém; o provérbio está errado. A forma exata deve ser esta: “A ocasião faz o furto; o ladrão nasce feito”
Machado de Assis: foi um escritor brasileiro, um dos nomes mais importantes da literatura brasileira do século XIX.
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9ª Rodada da Série A do Brasileirão 2024 – Red Bull Bragantino 2 x 1 Juventude
Árbitro: Emerson Ricardo de Almeida Andrade (BA)
VAR
Diego Pombo Lopez (FIFA-BA)
Item Técnico
1º – Placar abalizava 1×0 favorável a equipe da casa, no 24º minuto aconteceu contra ataque do lado esquerdo da equipe visitante findado no fundo da rede, de imediato, assistente 02: Daniella Coutinho Pinto (BA) sinalizou impedimento.
De pronto
VAR avisa: não estava impedido, gol legal 1 x 1
2º – Atendendo solicitação do VAR, foi rever o lance faltoso cometido por Jadson defensor da equipe da casa em um dos oponentes, acertando na advertência com cartão amarelo.
Sem entender
O VAR orienta que reveja o lance no monitor insinuado que deveria mudar a cor do cartão; lá chegando viu, reviu, subjugando-se, anulou o correto amarelo, mostrando-lhe o cartão vermelho.
Revoltado
Sai de casa para tomar uma dose de quentão na festa junina da Paroquia São João Batista do Brás.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 05 para Bragantinos e 04 para gaúchos
Vermelho: 02 para integrantes do Red Bull Bragantino, incluso técnico Pedro Miguel Faria Caixinha
No todo
Não culpo o árbitro; deposito esta e outras interferências dos integrantes do VAR, na cota do politiqueiro Wilson Seneme presidente da comissão de árbitros da CBF (Casa Bandida do Futebol).
Domingo 16/06/2024 – Corinthians 2 x 2 São Paulo
Árbitro: Ramon Abatti Abel (FIFA-SC)
VAR
Igor Junio Benevenuto de Oliveira (FIFA-MG)
Item Técnico
Não ocorreram lances duvidosos dentro das áreas.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 05 para alvinegros, dentre estes: Diego de Almeida Favarin técnico de goleiro – 05 para tricolores, incluso: Maximiliano Pablo Cuberas e Carlos Armando Gruezo Quiñones auxiliares técnico
Vermelho: para Caetano defensor corintiano depois do segundo e infantil amarelo.
Destaco
A falta de coragem do árbitro por não ter expulsado o goleiro corintiano Carlos Miguel depois do explicito empurrão no oponente Calleri ocorrido segundos depois da marcação do segundo gol do tricolor assinalado cotra pelo corintiano Cacá.
10ª Rodada – Quarta Feira 19/06 – Internacional 1 x 0 Corinthians
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes RJ
VAR
Wagner Reway (FIFA-ES)
Item Técnico
No 14 minuto da primeira etapa, bola dentro da área corintiana, toque daqui, dali e, fundo da rede.
Linhas
Traçadas, VAR a distância: comunicou posição irregular do gaúcho Lucas Alário no momento que recebeu a redonda do consorte Hyoran.
Ressalto
No ato, tive dúvida. Revendo através melhores momento, concordei com o VAR.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para alvinegros e 02 para defensores do colorado riograndense, dentre estes: Eduardo German Coudet preparador técnico.
5ª Feira 20/06 – Palmeiras 2 x 1 Red Bull Bragantino
Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)
VAR
Daiane Muniz (FIFA-SP)
Item Técnico
Desempenho normal do árbitro e assistente
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para bragantinos
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Coluna em vídeo
Excepcionalmente, não exibiremos a versão em vídeo da Coluna, que retornará, normalmente, na próxima semana
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Política
Hamilton, Mbappé e Vini Jr. demonstram que esporte e política andam juntos

Em maio de 2020, após o assassinato de George Floyd, Lewis Hamilton esteve presente em manifestação do movimento Black Lives Matter e depois passou a cobrar da Fórmula 1 ações mais incisivas contra o racismo.
Na época, Hamilton foi um dos responsáveis pela sua equipe, a Mercedes, a trocar em um GP a cor prateada dos carros pela preta como forma de protesto. Além disso, Hamilton também reagiu ao comentário racista de Nelson Piquet quando este se referiu a Hamilton como um “neguinho”.
Sobre o episódio, Hamilton disse que “precisamos unir as pessoas, somos todos iguais. Continuo firme e focado no meu trabalho e realmente tentando promover a inclusão da diversidade em nossa organização. Realmente precisamos de todos”.
O ativismo de Vini Jr, jogador do Real Madrid, também deve ser celebrado. Alvo de ataques racistas nos campos e fora dele, Vini tem dado aulas na luta antirracista. Não se calou diante das violências que sofreu e, após a condenação de torcedores, se definiu como um “algoz de racista”. Mesmo tendo de ir contra o pensamento comum de não falar sobre racismo, o jogador deu exemplo de como se combate o preconceito.
Nos últimos dias, outro ídolo do esporte, Kylian Mbappé, atacante do Real Madrid, criticou o extremismo político na França e convocou jovens para as eleições. “É um momento sem precedentes na história francesa. Quero falar para todos os franceses, principalmente para os jovens. Os extremistas estão próximos de ganharem o poder. Temos a chance de escolher o futuro do nosso país”, disse dias atrás durante coletiva de imprensa.
O avanço da extrema direita na França, liderada por Manrine Le Pen, levou o presidente francês a dissolver o parlamento e convocar novas eleições legislativas.
Interessante notar que os três são atletas negros bem-sucedidos e reconhecidos em suas carreiras. Atletas negros que resistiram ao processo de branqueamento que a fama e o sucesso impõem. Resistiram também à indiferença e à alienação social, caso de muitos jogadores e atletas que preferiram silenciar ou apoiar governos fascistas.
Com suas atitudes, os três demonstram que o esporte é político e que não há como dissociar a conduta ética esportiva da cidadania.
Além disso, os três também são ídolos de milhares de crianças e adolescentes pelo mundo, assim, posicionamentos como esses ajudam a influenciar jovens a se tornarem pessoas mais conscientes, menos preconceituosas e com sentimento mais proativo para as mudanças de mentalidade social.
Uma pena que muitos outros esportistas tenham optado pelo caminho inverso. Por outro lado, é bom saber que temos resistência vindo do esporte contra as barbáries do mundo contemporâneo.
Jeferson Tenório: Colunista do UOL publicado dia 21/06/2024
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público; idem: funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, idem nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta”
Nelson Rodrigues: foi um escritor, jornalista, romancista, teatrólogo, contista e cronista de costumes e de futebol brasileiro
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP- 22/06/2024
