Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

AGREGANDO VALORES

“Ninguém é uno ou absoluto. Quando as pessoas se unem, agregando valores na busca de um objetivo comum, as coisas acontecem muito mais facilmente e os sonhos se realizam”

Márcio Souza: Pensador

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Conferição na história do SAFESP

Como suporte ao meu descredito a auditoria realizada no SAFESP nos anos da administração Ulisses Tavares da Silva Filho e tesoureiro José Aparecido de Oliveira findada com apontamento de desvio financeiro, deixando de apurar o patrimônio da entidade desde a fundação, especificando o aluguel do imóvel da Rua São Joaquim e mobiliário; exemplo: cadeira de dentista, máquina de escrever, escrivaninha, cadeiras e demais

Marquei

O que deixaram de fazer mirando a futura contratação de auditoria com amplitude para desvendar a existência do sindicato desde seu iniciar.

No noticiado do site SAFESP sobre mensalidade do ano 2024 assinado por José de Assis Aragão no dia 09/01, antes do fechamento, encontram-se duas asseverações:

1ª – Tenham confiança de que estaremos trabalhando, com fechamento de convênios e tipos de ajudas pontuais, para que os árbitros associados tenham uma contrapartida em benefícios ao valor dispendido.

2ª – Todavia, tenham sempre em mente, que é ainda um trabalho embrionário, estamos a colocar novamente o SAFESP em pé, do limbo que administrações anteriores o jogaram.

Relembro

É do conhecimento da maioria dos integrantes desta diretoria, associados de meu tempo, da mesma forma o sabe tudo e secretario da chapa recém-empossada denominada “Recuperação, Seriedade e Experiência” que: desde a legalização do sindicato, protocolei missivas expondo contrariedades, adjunta a sugestões que nunca foram atendidas ou aprimoradas nas anteriores administrações José de Assis Aragão e Ulisses Tavares da Silva Filho.

Dentre

Muitas alvitradas: Convênios com diversos setores, iniciando por árbitros profissionais da medicina, odontologia, advocatícia, seguido por contatos com hospital, farmácia, escolas, etc.

Exemplo

Da época: Conversar com o dentista árbitro Edson Massa residente na cidade de Bauru, sobre a possibilidade de atender colegas e familiares daquela região; se aceito, propor que constitua taxa inferior ao habitual

Acabo

Dentre minhas propostas incluía que se avaliasse a implantação do código de ética, conceito adotado, impresso e publicado na administração Sergio Correa da Silva, salvo engano: com importante participação do então delegado da presidência da FPF, senhor Dino Bacelli (já falecido), no entanto:  Sergio está bem vivo, podendo esclarecer se verdade ou aleivosia de minha parte.

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7ª Rodada da Série A do Paulistão 2024 – Sábado 10/02 – 18h00 – TV TNT

Ponte Preta 2 x 0 São Paulo

Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos – 26 ano- Diploma ano 2017

VAR:  Jose Claudio Rocha Filho

Item Técnico

Sempre bem posicionado, discreto, apontando e bem os lances faltosos

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 a Pontepretano e 03 para Tricolores

Domingo 11/02 – 16h00 – TV Cazé

Corinthians 2 x 0 Portuguesa

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira – 46 anos – Diploma ano 1999

VAR: Daiane Muniz dos Santos

Item Técnico

1º – No 39º minuto da primeira etapa, ocorreu disputa normal entre defensor da Lusa com corintiano Yuri Alberto, que, malandramente, se joga no gramado tentando cavar penalidade máxima.

Correta e

Prontamente, Luiz Flavio de Oliveira tirou o cartão amarelo do bolso e advertiu Yuri Alberto.

2º – No minuto seguinte (40º), Wesley defensor corintiano, observando que o consorte Fagner corria para adentrar na área lusitana pelo lado direito do ataque, lançou arredonda.

De imediato

Patrick defensor lusitano efetuou o chamado carrinho para tocar na redonda e não conseguiu, ressalto: movimento que ocasionou braço e mão direita com mínimo distanciar do tronco.

Ao recolhê-los

Fagner se aproxima, se joga pra frente simulando ter tido o pé puxado;

Distante

Do fato, Luiz Flavio de Oliveira apontou penalidade máxima, batida por Maycon findada no gol de abertura do placar.

Observação

Sou convicto que Luis Flavio apontou a marca da cal ao ver Fagner caindo. Fiquei na dúvida; vendo o teipe por duas vezes, convenço-me, que não ocorreu penal

Concluo

Colocando-me no lugar do árbitro, no ato: apontaria a marca da cal

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para Alvinegros, incluso técnico Antonio José Cardoso de Oliveira e 03 para Lusitanos

8ª Rodada – Quarta Feira 14/02 – 19h30 – TV Cazé

São Paulo 0 x 1 Santos

Árbitra:  Edna Alves Batista (FIFA) – 44 anos – Diploma ano 2001

VAR: Daiane Muniz dos Santos

Item Técnico

Três fatos mereceram minha atenção:

1º – No segundo minuto de acréscimo da primeira (47ºminuto) Luciano atacante são-paulino recebe a bola em posição irregular e manda pro fundo da rede; pronta e corretamente assistente 02 sinaliza a infração, sendo atendido pela árbitra.

2º – Por volta do 15º minuto da segunda etapa, ataque santista, bola lançada para Otero que entra na área são-paulina; simultaneamente, o oponente Welington pratica o conhecido carrinho e, com a perna esquerda, sutilmente toca na direita do santista que cai no gramado.

Edna nada marcou

VAR pediu pra que fosse ao monitor, lá chegando, viu, reviu, voltando ao campo, acertou apontando a marca da cal.

Penal

Batido por Alfredo Morelos no fundo da rede, decretando o gol da vitória santista.

3º – no 87º minuto, ataque são-paulino, bola cruzada da esquerda do ataque para área, pouco antes do poste esquerdo do goleiro santista, redonda bate na mão esquerda do são-paulino Erick, que aproveita mandando-a pro fundo da rede; ato continuo, Edna acerta apontado o toque da bola que favoreceu o são-paulino.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para tricolores e 05 para alvinegros santistas

Botafogo 1 x 4 Corinthians – 21h30 – TV Record

Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos – 26 anos – Diploma ano 2017

VAR: Marcio Henrique de Gois

Item Técnico

Desempenho normal dos representantes das leis do jogo.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para botafoguenses e 02 para corintianos

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Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI” desta semana

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representa.

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Política

Lira sambou dentro do seu bolso

Ao retornar das férias, na semana passada, Arthur Lira fez um discurso enfezado. Avisou a Lula que o orçamento da República “é de todos”. Quatro dias depois, numa sexta-feira carnavalesca, Lira requisitou um jato da FAB para flanar com oito acompanhantes no circuito Brasília-Salvador-Rio de Janeiro. Quem no Carnaval viajou com dinheiro do próprio bolso deve perceber que o imperador da Câmara desenvolveu um conceito muito particular do direito coletivo. Trata a verba que seria “de todos” como algo gratuito e pessoal.

Alegou-se que Lira precisou recorrer à FAB-Air por motivo de segurança. Em Salvador, o imperador da Câmara suou um uniforme do bloco Vumbora ao som de Bell Marques. Estava acompanhado do deputado Elmar Nascimento. Com o apoio de Lira, Elmar ambiciona levar à presidência da Câmara, no ano que vem, o mesmo balacobaco que o mantém dentro dos cofres da Codevasf desde Bolsonaro. No Rio, Lira desfilou na Sapucaí o “orgulho” pela “história e cultura” da capital de Alagoas, valores cultuados no enredo da Beija Flor ao preço de R$ 8 milhões em verbas da prefeitura de Maceió. O preço da segurança de Lira é a eterna chateação dos contribuintes —os federais e os municipais.

A história mostra que Lira não é um político fora da curva. Com todo o seu ziriguidum, ele se tornou a própria curva. Enriqueceu os mandatos com sua fortuna. Como presidente da Câmara, dispõe de mordomo, criadagem, seguranças, geladeira cheia, carro na garagem e jatinho no hangar. Tudo isso e mais emendas para kits de robótica superfaturados e amigos supremos para arquivos processos. Com tanto poder, adquiriu aversão a saguão de aeroporto, antipatia por despensa vazia e ojeriza a inquérito polícia.

No discurso enraivecido da semana passada, Lira declarou que a aplicação do orçamento federal não pode ser decidida por “uma burocracia técnica”, que “não foi eleita” e “não gasta a sola de sapato percorrendo os pequenos municípios brasileiros como nós”. Em 2026, Lira gastará o couro artificial que lhe cobre o pé numa campanha ao Senado. Num país convencional, o eleitor alagoano mostraria a Lira que o voto pode ser um ótimo corretivo. No Brasil, gente como Lira pertence a uma linhagem imune às urnas. Por isso, sambam dentro dos bolsos alheios.

Josias de Souza: Colunista do UOL publicado dia 16/02/2024

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Chega da “desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público; idem: funcionários públicos de todas as escalas e nos bastidores do futebol brasileiro

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Finalizando

“A vaidade é a podridão da alma”

Sidnei Da Silva – Pensador

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Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-17/02/2024

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