Guerra entre Palmeiras e WTorre ganha novo capítulo

No recente dia 11, a WTorre, através da Real Arenas, ingressou com ação contra o Palmeiras solicitando, em pedido liminar, o cumprimento da Sentença do Tribunal Arbitral, datada de 2016.
À época, a ‘parceira’ do Verdão ganhou o direito de alocar as dez mil cadeiras (que tinha direito por contrato) em qualquer setor do estádio.
Os locais escolhidos foram os mais nobres, nas áreas centrais, incluindo pouco mais de três mil cadeiras cativas.
Desde que madame Leila Pereira assumiu o Palmeiras, o relacionamento entre as partes, que já era ruim, tornou-se impraticável.
Houve, em janeiro, tentativa do clube de locar as 3 mil cativas, mas o contrato, por uma série de divergências, nunca foi assinado.
A construtora alega que, desde então, o Palmeiras não tem repassado os ingressos para todas as dez mil cadeiras e não reconhece a propriedade de cativas comercializadas pela WTorre.
O clube estaria, também, vendendo, ilegalmente, as entradas para estes setores.
A ação pede, exatamente, que o clube pare com este procedimento.
A 2ª Vara Empresarial e Conflitos de Arbitragem, para analisar o pedido, decidiu ouvir o Palmeiras; a agremiação foi notificada em 12 de janeiro.
Em resposta, o Verdão alegou que o prazo de reclamação da WTorre prescreveu; a empresa rebateu dizendo que a decisão da arbitragem está pacificada e que a problema dos ingressos iniciou-se em 2023, dentro do prazo de reclamação processual.
Nos próximos dias, ou horas, a sentença será proferida.
Ontem, com razão, o Palmeiras decidiu não jogar mais no estádio enquanto a WTorre não reformar o gramado, que encontra-se, por falta de manutenção adequada, em petição de miséria.

