Os ratos da CBF acertaram a divisão do queijo

Ontem, a CBF assistiu a uma reunião de negócios digna de filmes assinados por Copolla e Scorsese.

Nela, o enfraquecido presidente da Casa Bandida, para se segurar no cargo, beijou as mãos de traidores, como Gustavo Feijó, e também do presidente da Federação Paulista, a quem, há poucos dias, traiu.

Todos, sem constrangimentos, saíram felizes.

O rato maior diminuiu o percentual de seu queijo em benefício dos demais, que estavam famintos.

“Com amor se tem amor”, disse Feijó ao final da reunião.

Amor, em alguns casos, principalmente em prostíbulos, pode ser tratado como dinheiro.

O novo acordo somente não pode ser considerado sacramentado porque o outro lado, diga-se Ricardo Teixeira, Del Nero, Zveiter e assemelhados, através das empresas que há anos os sustentam, há de tentar cobrir as ofertas.

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