Ednaldo e as canalhices com Diniz e Dorival

Ednaldo Rodrigues nem bem tornou a embolsar os R$ 383,6 mil mensais dos 16 salários que recebe, anualmente, na condição de Presidente da CBF – desta vez sem dividir com o antigo mentor, e já fez canalhice.
A demissão de Fernando Diniz é de covardia atroz.
Assim como o convite a Dorival Junior, muito bem empregado no São Paulo.
Somente um profissional desequilibrado aceitaria treinar a CBF sem saber se seu contratante permanecerá no poder semana que vem.
Mas Dorival, ainda assim, ficará em sinuca de bico.
E o medo de recusar – o que seria sensato – para daqui umas semanas, após novas eleições da Casa Bandida (muito provável de ocorrerem), o novo presidente eleito ser da turma do atual?
Várias máscaras caíram neste vai e vem de Ednaldo no poder da Confederação.
Traidores saíram das tumbas e o próprio Presidente livrou-se da incompatível capa de cordeiro que utilizava.
Diniz arriscou a possibilidade de ser efetivado, mas, como quase todos os parceiros de Ednaldo, terminou com os cornos na cabeça.
Que sirva de alerta a Dorival para não cair em tentação.

Como se o Diniz fosse o Guardiola… menos, né?