Suspeita-se que Alexandre Pires planejava ‘legalizar’ dinheiro do garimpo no futebol

Nos últimos dias, fãs do cantor Alexandre Pires, um dos mais ricos do Brasil, chocaram-se com operação da Polícia Federal que o investiga, e a seus parceiros, por garimpo ilegal em terras indígenas.
R$ 1 milhão, no mínimo, teriam sido embolsados.
Matheus Possebon, empresário de Pires, foi preso preventivamente.
Segundo fontes, existem suspeitas de que Alexandre Pires, embora negue a participação no esquema, trabalhava para ‘legalizar’ este dinheiro no futebol.
Há menos de um mês, o cantor reuniu-se com cartolas de duas equipes de Goiás na intenção de adquiri-los no modelo de SAF: Aparecidense e Anápolis.
Existem negociações abertas também com clubes de Portugal.
Em comum, o objetivo de investir em agremiações de pouca atenção midiática.
O Aparecidense, por exemplo – que estaria mais próximo do acordo – disputa a Série C do Brasileirão.
A empresa utilizada por Alexandre Pires para este negócios é a TAF (Thiago Alexandre e Futebol), que mantém em sociedade com o empresário Thiago Sampaio; em Portugal, o parceiro é o volante Fernando, do Sevilla.
Segundo informações, a PF monitorava a movimentação do cantor com os clubes citados; a origem do dinheiro da TAF, que alguns associam com o garimpo ilegal, será investigada.

