33% dos lucros da Arena de Jaça são penhorados por cheques sem fundo

Jaça e Marcio Bittencourt

A Justiça de São Paulo determinou a penhora de 33% dos lucros da ‘Arena 33’ – e demais empresas coligadas, todas de propriedade do notório contraventor Jaça, conselheiro do Corinthians.

O credor é a Fatorial Factoring, a quem é devido quase R$ 1 milhão em cheques dados em garantia de empréstimo.

Gilmar Aparecido Iglesias Abrami, também conselheiro do Timão, aparece, oficialmente, como executado.

Ele é uma das pessoas utilizadas por Jaça para figurarem, no papel, como sócios da Arena.

Os 33% referem-se, justamente, ao suposto percentual de seus rendimentos no empreendimento.

Curiosamente, além da Arena 33 estar sendo penhorada em 33%, a chapa de Jaça, derrotada nas eleições do Corinthians, também continha o numeral 33.

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