Erros e controvérsias da contratação de Fernando Diniz pela CBF

Despropositada, a contratação de Fernando Diniz pela CBF é o retrato dos profissionais que, por anos, contribuíram para retirar o Brasil do Olimpo futebolístico.

Vários são os equívocos.

O conflito de interesses em treinar um clube que disputa campeonatos geridos pela Casa Bandida ao mesmo tempo em que dela recebe salários é evidente.

Diniz, pessoalmente, só tem a perder.

Seu estilo de trabalho requer muito treinamento, situação inviável para período tão curto – de apenas um ano; quando a equipe, talvez, engrenar será o momento sair.

Por falar em sistema de jogo, Ednaldo Rodrigues alegou, entre outras coisas, que a contratação de Diniz se deu, também, pela similaridade tática com Ancelottti.

Porém, inexiste essa semelhança.

Fosse, guardada as monumentais dimensões, comparado a Guardiola, vá lá.

Outro comportamento questionável é o do presidente do Fluminense, eleito para defender ao clube, não a CBF.

É obvio que a divisão de prioridades tem mais a atrapalhar do que contribuir à equipe carioca.

A qual patrão Diniz privilegiará em caso de divergências?

Talvez o fato de Bittencourt ser agente de jogadores, o que torna a aproximação com a CBF, pessoalmente, interessante, tenha se sobreposto às responsabilidades como gestor do Fluminense.

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